Desaventuras capilares

Escureceu e agora quer clarear as madeixas? Pintou e não gostou do resultado? Calma, ainda há solução!

Depois de anos brincando de me reinventar através do meu cabelo (mais precisamente sete anos) decidi que já era hora de tentar algo totalmente fora do meu premeditado. Então pensei: Qual seria a cor que eu nunca na vida usaria? E a resposta foi loiro. Embora eu considere essa uma das cores mais lindas que existem, sempre pensei ser impossível uma “neguinha” como eu ter as madeixas claras. Pois bem, resolvi tentar!

O porém de toda a história apareceu a partir daí, pois como já devem ter percebido eu simplesmente odeio a palavra “descoloração” e, por já ter tido meus fios escuros (na cor preto 4.0) precisava de algo que removesse essa tintura que ainda se encontrava presente, além do castanho e do roxo nas pontas. Foi aí que decidi voltar com a minha cor natural loiro mate escuro. Então, a pergunta foi outra: Como? Como remover toda essa tinta?

Revirando a internet encontrei uma alternativa à descoloração, o que no começo me deixou em dúvida, mas após ter testado me fez querer ter sempre aqueles “milagrosos” frascos. Estou falando de um produto chamado DekapColor da Yamá que já se tornou o “queridinho” das camaleoas.

Sua função é remover toda a pigmentação artificial dos cabelos sem danificá-los como o processo de descoloração, pois não possui amônia em seu conteúdo. E sim, funciona mesmo!

Fiz a compra do DekapColor pela internet porque não encontrei o mesmo para venda na cidade e o custo foi de R$29,90 + frete. Deixei agir por 30 minutos e refiz a aplicação. Apesar da descrição na embalagem ser clara (apenas remove pigmentações artificiais) o resultado foi um tom cobre bem mais claro que o natural, o que me ajudou muito para chegar perto da tonalidade que quero.

Ainda não cheguei à tonalidade desejada, mas vou continuar o processo sempre com muita cautela e dando espaços de tempo para a juba não se revoltar, fazendo sempre uma hidratação.

Observações:

Recomendo que todo o processo seja feito com um profissional, porém muitos não conhecem o poder do DekapColor. Então compre e leve o seu até o salão. O DekapColor pode ser usado quantas vezes quiser, mas depois de retirada toda a tinta, o produto não surte mais efeito.

Todo mundo tem alguma mania num sábado à noite

“Sábado na balada, a galera começou a dançar”. Chega! Começar esse texto com essa música chata e grudenta serve apenas para poder compartilhar com vocês algumas teorias sobre algo que toda mulher tem: manias. Eis que você sai do ninho com as amigas mafagafas e começa a observar todas as pessoas ao seu redor, no maior estilo “embalos de um sábado à noite”. Afinal, todo mundo espera alguma coisa desse dia.

Prosseguimos com algumas situações femininas bem típicas:

– Qualquer mulher marca um horário com você, mas sempre chegará atrasada. Isso, além de ser uma mania, é uma das coisas mais chatas do mundo. Vai falar que você nunca ficou esperando uma delas se arrumar ou ficou aguardando umas delas chegar dentro de meia hora conforme o combinado, mas nunca apareceu? Se você nunca passou por isso, meu caro ou minha cara, você é uma pessoa extremamente sortuda! Não se esqueça de me passar o contato dos seus amigos ou colegas pra eu fazer parte desse seleto ninho.

– Toda mulher é um bicho ciumento e cuidadoso quando se trata de suas maquiagens. Quando mafagafas se reúnem para a produção, o primeiro passo é a pia do banheiro ficar lotada de maquiagem. Uma quantidade de produtos que nem os maquiadores profissionais devem ter em sua coleção. É um troca-troca de pó compacto, base, blush, lápis, delineador, pincéis, batons e afins. Depois de muito atraso, uma delas sempre vai soltar a seguinte pérola: “amiga eu não sei usar isso, faz pra mim?”. Tem quem não goste do que fez e limpa todo o rosto pra começar tudo de novo e as que ficam inseguras questionando se a sombra está simétrica ok ou se a produção está legal leia-se cara de panda ou rosto no maior estilo palhaço. Elas vão se atrasar ainda mais porque vão comentar sobre os cosméticos bons e ruins, os preços e as marcas.

– Como se não bastasse passar horas no banheiro, toda mulher chega no quarto das suas amigas e começam a fuçar tudo no armário. Começa o troca-troca de bolsas, sapatos, acessórios, cintos, anéis, roupas ou o que acharem pela frente. Algumas nem pedem emprestado, pois sabem que a outra vai emprestar, mas sempre fica aquele pensamento de: se ela estragar eu a soco brigo com ela.

– Mafagafas chegam ao seu destino para se divertir. Algumas vão para o bar, outras vão cumprimentar os conhecidos e os amigos. Só que sempre há a espécime que vai correndo para o banheiro e leva junto alguma amiga, logicamente. Esse é o famoso ritual secreto feminino que deixa todos os homens loucos e curiosos. O problema é quando o destino é um restaurante e não um bar. Uma sempre vai ter que ficar esperando a outra na mesa até outras pessoas chegarem. Para o desespero geral da nação, ela vai ficar olhando para o teto ou pra mesa pensando no que iria acontecer se ela tivesse acompanhado a outra. E sabe o que iria acontecer? fofocas!

– Depois de dançar, de se acabar, de fazer companhia, de ficar de vela e de beber todas, sempre haverá uma espécime mais alegre do que o normal, talvez alguém comece a passar mal no banheiro e uma das vítimas que não seja você tem que ir cuidar. Quando a espécime é da linha escandalosa, você fica torcendo pra ela não gritar o seu nome no meio do banheiro pra todo mundo no recinto ouvir.

– Hora de ir para o lar doce lar mesmo que de outra pessoa. Mais uma novela se passa até uma mulher se organizar para dar carona para as amigas. Quem leva quem, qual delas será deixada primeiro. Algumas espécimes procuram meios alternativos como o táxi e as mais desprovidas apelam para o moto táxi ou o ônibus. Também existe a opção de conseguir carona com algum broto amigo ou pretendente.

Essas são algumas das manias que toda mafagafa que se preze (ou não) tem. Caso tenha alguma história divertida pra contar sobre manias femininas, conte para nós já que adoramos bons bafos.

Lispectoreando

Lispectoreando

“Os escritores são meros ladrões do cotidiano, transformando esse tédio refinado em algo azul. O pensamento voa feito borboleta, sem destino. Esse declínio, feito menino, sobressalta sobre o vento, se inspirando, suspirando.” (Giovanna Ritchely)

Há mulheres que são referências, renovando e moldando nossas preferências.  Sempre temos alguém em quem nos inspirar e admirar. Essas mulheres fazem parte do quebra-cabeça construtivo da nossa personalidade. Além dos paradoxos estéticos, há toda a essência do  ”ser ou não ser, eis a questão”, temos atitudes ou conceitos que nos inspiram, seja pelo olhar daquela aclamada atriz, da voz suave da cantora, da mulher do dia-a-dia que batalha nas rotinas puxadas e estressantes, mas mesmo assim seguem sorrindo, e claro, todas as outras que fizeram e fazem história.

Qualquer palavra é um enredo para a construção da nossa história, todas as pessoas que passam pelos nossos dias nos marcam de alguma forma e contribuem positivamente ou negativamente. Cada uma dessas pessoas é personagem da nossa peça de teatro individual. E nas palavras, não poderia ser diferente, a inspiração aparece como semente.

Desde que me conheço por gente, lembro dos  livros, quando visitava minha avó no interior do  Paraná,  parava nesses cantos de estrada e sempre ganhava de minha mãe pequenas histórias ilustradas, tinha uma grande coleção e tratava como um tesouro, um teletransporte de mundos, queria navegar, outras horas flutuar e voar, voar, a doce imaginação nostálgica.

Talvez, seja por isso que tenha uma apreciação demasiada por livros, quando leio algo é como se estivesse batendo um papo com um deus grego, me agregando de inspiração e sintonia em um universo paralelo, um livro que me inspira e me insere na história, fazem com que as personagens sejam meus companheiros de bar,  aqueles amigos íntimos que me contam os segredos mais ocultos e me fazem rir das desgraças cotidianas dessa vida.

E quando  a palavra FIM resolve aparecer em letras estrondosas,  sinto um vazio, como se abrisse um abismo entre os meus pés. Dentre tantas escritoras, poetisas, uma das que me inspiram, com certeza é a senhorita Clarice, pelos seus escritos e sua personalidade.

Clarice, nasceu na Ucrânia de família judaica, recebeu o nome de Haia, seu nascimento ocorreu quando  sua família emigrava para o continente americano, fugindo dos ataques nazistas. Veio para o Brasil ainda pequena, sua família passou por situações financeiras dificeis, entretanto, a leitura sempre estava presente em sua vida, pegava livros emprestados da biblioteca de uma amiga, entre os livros estava ‘Narizinho’ de Monteiro Lobato.

(A pequena Clarice, esboçando um sorriso)

Fernando Sabino a descreve brevemente, poeticamente e profundamente:

Clarice Lispector é uma coisa escondida sozinha num canto, esperando, esperando. Clarice Lispector só toma café com leite. Clarice Lispector saiu correndo correndo no vento na chuva, molhou o vestido perdeu o chapéu. Clarice Lispector é engraçada! Ela parece uma árvore. Todas as vezes que ela atravessa a rua bate uma ventania, um automóvel vem, passa por cima dela e ela morre.

(Um cigarro,  máquina de escrever e palavras)

Com a expansão da internet, várias frases surgiram com o nome da referida, é interessante para se conhecer um pouco da obra da mesma, entretanto, se limita o todo e se cita frases, pensamentos que não são do mesmo. E quem nunca leu, postou, escreveu em uma folha sem vida,  uma frase de Clarice, que traduz as dores de cotovelo, os amores inconstantes, para falar da vida, da dor, ou  simplesmente, para se auto afirmar? Essa autora reescreve os poemas dos poetas, inspira os amantes. Ela é daquelas que marca o outono, é tempestade no verão.

Dentre tantas frases, essa é uma das que mais me agradam.

“Amanheci em cólera. Não, não, o mundo não me agrada. A maioria das pessoas estão mortas e não sabem, ou estão vivas com charlatanismo. E o amor, em vez de dar, exige. E quem gosta de nós quer que sejamos alguma coisa de que eles precisam. Mentir dá remorso. E não mentir é um dom que o mundo não merece.”

 Clarice, Haia, ou simplesmente aquela escritora, poetisa que traduz em palavras sentimentos de amor e liberdade. Que nos arranca deste sufoco real, quem me derá viver só de poemas e contos.

Você é vítima da moda!

Você é vitima da moda!
Uma observação, não uma questão.
Querido leitor, se em algum momento na sua vida você se pegou olhando um cabide qualquer, numa loja qualquer e pensando no quão absurdo é a moda e como ela consegue vender aquele tipo de peça que é horrorosa, sem graça assustadora exótica, sem perceber, você já se tornou um tipo de vítima.

A vítima da moda não é necessariamente aquele ser humano que conhece todas as tendências de vestuário e calçados das próximas 5 estações. Somos todos vítimas dessa situação sem sequer percebermos.

“Ah, isso aí? Estou ouvindo esse som tem pouco tempo, conheci agora” – nas entrelinhas: nunca ouvi falar da banda, mas tá todo mundo comentando, tá na novela, tá na rádio, tá na moda…

De repente, as ruas todas estão cheias de carros amarelos ou com aquela cobertura plástica, fosca, adesivada. Não é só a novidade simples, isso é expressão de moda. Foi-se o tempo em que pensar nesse aspecto era refletir unicamente o que se limitava ao vestuário.

Moda permeia todos os aspectos socioculturais de expressão contemporânea. Através de um estudo verdadeiro sobre esse tema, é possível encontrar características peculiares de cada período de tempo e sem muito esforço.

Uma simples olhadinha em casa (no caso, a casa dos meus pais), temos alguns móveis, o layout do imóvel, o tipo de janela… tudo é oitentista! É fácil perceber o que era tendência na época da construção da casa quando em comparação com as casas que vejo por aqui, construídas agora nos anos 2000…

E nem adianta torcer o nariz e bater o pé pra dizer o contrário, ou pra insistir que nada disso se aplica a você.

Essa sua calça jeans “basiquinha”, que você usa porque gosta e é simples de combinar (percebeu que você também se preocupa com o tal do combinar?), é tendência mundial permanente!  E se hoje ela é usada sem pudor, saiba que essa peça nasceu como uniforme de trabalho mas ganhou o mundo das ruas porque, um dia, ela pareceu mais interessante usada como expressão urbana do que nos momentos de trabalho.

É como lindamente diz Miranda (Meryl Streep) em The Devil Wears Prada (O Diabo veste Prada) a respeito de um suéter azul:

(…) Você abre o seu guarda-roupa e pega, sei lá, um suéter azul todo embolado porque você está tentando dizer ao mundo que você é séria demais para se preocupar com o que vestir. Mas o que você não sabe é  que esse suéter não é somente azul. Não é turquesa. É “sirilio”. E você também é cega para o fato de que em 2002 Oscar de la Renta fez uma coleção com vestidos somente nesse tom. E eu acho que foi Yves Saint Laurent, não foi? Que criou jaquetas militares em sirilio. (…) E o sirilio começou a aparecer nas coleções de muitos estilistas. E logo chegou às lojas de departamentos. E acabou como um item de liquidação nessas lojinhas de beira de esquina. E foi assim que chegou a você. E sem dúvida esse azul representa milhões de dólares em incontáveis empregos.

Eis a cena em questão (no idioma inglês).

E ela teve muita razão a respeito do que diz, sente só:

Então, antes de bater o pé e dizer que não liga pra moda, que não pensa no assunto e que isso é coisa de mulherzinha frufru, pense bem. Porque, de alguma maneira, essa expressão de tempo, já chegou a você – não necessariamente nas suas roupas!

Mas nem por isso se sinta na obrigação de entender o que tem de diferente do atual nude pra antigo bege ou o que os estilistas querem dizer com cor fúcsia!

Pareço modernx?

“Gosto de cinema, ponto, vivo cheio de manias tenho uma certa pré-dislexia. Às vezes eu surto mesmo, mudo de assunto, sumo e não assumo a minha lucidez. Pareço moderno a te procurar. Caio na balada, admito, alimento meu espírito com litros de café e saio pra dançar.”

Observação pré-leitura: o X no ”moderno” é proposital e serve para não generalizar o termo original, coisa de feminitxs, ou simplesmente coisa minha.

Ouvindo a música do cérebro eletrônico fiquei refletindo…

Em tempos de pós-modernidade, ou modernidade tardia – como preferirem – dá-se muita importância ao parecer mais do que ao ser, certo?

Citamos filmes que não assistimos. Comentamos autores que não lemos e bandas que não gostamos ou conhecemos.  E isso tudo porque há uma necessidade de criar e vender uma imagem interessante.

Mas o que é ser interessante, já se perguntou?

O dicionário afirma:

Interessante: (adj.) Que oferece interesse; digno de atenção: notícia interessante. Importante.

Como dá para perceber isso é uma questão altamente subjetiva.

O feminismo, por exemplo, para mim é extremamente importante. É um dos norteadores da minha vida. Faz com que eu veja as coisas de outro modo e, de acordo com elas, me posicione de modo distinto. Logo, o feminismo é interessante para mim.

Voltando à questão de ser e parecer. No filme Clube da Luta está posta a questão entre ser e parecer, com o ponto focal sendo o consumismo exacerbado. Compramos coisas que não precisamos para agradarmos quem não gostamos em uma tentativa inútil de nos sentirmos melhor, de sentirmos que parecemos interessantes.

O que ocorre é um desespero coletivo. E sim, eu e você, estamos “incluídos nessa”. Quem nunca se sentiu poser comentando aquele filme do qual só leu a resenha?

Isso me lembra de outra música “leros, leros e boleros”, do Sergio Sampaio. Nela ele diz:

Eis a última notícia: Que filme que eu vi! Ai, meus amigos modernos!

Todos nós parecemos muito modernos, estamos rodeados de modernidade e queremos mais. E isso está te fazendo feliz?

Se sim, está ok. Beleza. Mas, se for ao contrário, que tal tirar o pé do acelerador e tentar descobrir o que se é e com o que se quer parecer?

Eu propus esse desafio a mim e, olha só, aceitei. Agora te desafio. Vamos tentar?

Desaventuras amorosas

(…) Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?

Desaventuras amorosas

A vida é um caos. Na verdade o que é verdade?, a vida é tudo aquilo que acreditamos que ela seja. Como ser vivente já vi, ouvi, vivi e falei muitas coisas. As outras coisas simplesmente aconteceram…

Vou começar falando de relacionamentos, pois tudo de uma forma ou de outra gira em torno deles. Primeiro temos a família, ou ao menos um lugar e as pessoas que nos criaram. Depois, ou quem sabe ao mesmo tempo, temos os amigos. Adiante, com o crescimento do círculo social, temos colegas e conhecidos. Existem também os desconhecidos, aqueles que encontramos por acaso na rua. Só que toda essa amostragem é muito ampla e generalizada, então focaremos apenas em uma parte dela, mais especificamente nas experiências de uma garota com o sexo oposto não esperem nenhuma revelação muito íntima, devo advertir.

O ano em questão é o de 1999, mês  de Junho, inverno, dia dos namorados, o dia em que a garota esteve com o primeiro namorado. O local em questão é uma feira municipal, onde se comemora as festividades juninas. Depois de trocarem presentes, ele disse: “tenho uma coisa pra te falar.” Pode saber que é treta na certa! Ela o fitou imediatamente e respondeu: “fala”. Eis o conjunto de palavra que saíram da boca do jovem cafajeste: “Eu estou ficando com outra garota”. Amedrontada e confusa, ela não disse mais nada. Enquanto isso, ele implorava para que ao menos ela o xingasse.

De repente veio a trilha sonora, uma música que começara a tocar alto na feira. A letra assim dizia: “Ser corno ou não ser, eis a minha indagação”. O pior é que não estou mentindo. Foi aí que a garota aprendeu a rir da própria desgraça e a xingar os homens”.

Alguns anos depois, ela namorou um outro rapaz que dizia que era ela a causa de ele ser um péssimo guitarrista. Como se ele não tivesse a escolha de ficar em casa e praticar um pouco… É sempre mais fácil culpar alguém, não concordam?

Depois, veio outro relacionamento de longos anos. Todas aquelas pessoas que sempre fazem o que todas as outras pessoas fazem perguntavam quando seria o casamento. A verdade é que ela não queria se casar. Só que logo surge aquela pessoa que faz você mudar de ideia, mas já era outra pessoa. O problema é que quando você muda de ideia, você acaba acreditando em contos de fada, muitas pessoas escolhem os parceiros errados para cair nessa. Ele era o príncipe encantado dela: longas madeixas loiras, olhos verdes ou azuis, boa família, boas intenções… mas morava num reino muito muito distante e descobriu que a moça não tinha vocação para princesa porque gostava de beber uma cervejinha de vez em quando.

O que tiro de lição ouvindo essas histórias é que não adianta ficar de mimimi se uma relação não tomou o rumo esperado. Meu, quase todo mundo já ficou em prantos por um amor perdido e logo depois já estava feliz da vida com outra pessoa. Como dizem por aí, o sofrimento pode trazer grande aprendizado. Nada melhor do que rir das próprias desaventuras, sejam elas amorosas, profissionais ou que envolvam outros tipos de relacionamento.  Só não é muito agradável quando a coisa fica pública, como no caso dos famosos, mas mesmo assim sempre há quem se divirta com a própria desgraça e principalmente com a desgraça alheia.

Alguns famosos e suas desventuras amorosas

Casal jovem e feliz, uma história de amor perfeita  até que…

A moça é flagrada com seu amante, um colega de trabalho.

O príncipe que trocou a princesa pelo grande amor da sua vida. É, dizem que o amor é cego.

O galã que partiu o coração de uma bela trocando-a por outra bela.

Shit happens all the time e com todo mundo…

E daí que você já foi trocado, levou um chifre na sua vida, já foi demitido do emprego ou já quase chorou na frente do seu orientador de monografia, o que importa é que sempre existe uma boa música, perfeita para cada uma dessas ocasiões. Sempre uma boa música para os momentos gloriosos e também para os momentos de infortúnio.

Como em tudo na vida a gente sempre tem uma escolha a fazer, é como dizia aquela música do Mamonas Assassinas: “ Ser corno ou não ser, eis a minha indagação…” E chega de mimimi, povo! Digo, respeito o mimimi de vocês, mas bora lá tomar cerveja, ou um mate ou um leite, whatever… Bora lá cultivar seus ninhos de mafagafos!

O que está rolando nos fones de ouvido das mafagafas?

Além de muita pesquisa para produzir os próximos artigos que virão para o blog, é necessário uma dose musical reforçada para atrair a temida inspiração e evitar o bloqueio criativo, tanto aqui quanto no trabalho. Só que a pestinha nem sempre chega com o seu estilo musical favorito (vulgo o de sempre). Quem ouve pop pode estar ouvindo rock nesse momento e quem ouve rock pode estar ouvindo pop. Também acontece de uma canção bizarrísima aterrizar na nossa mente sem permissão. O resultado é: cantarolar o dia inteiro mesmo sem você saber que sabe a letra.

Embora nem todas estejam avacalhando nesse momento pelo menos não tem OI OI OI, o que está rolando nos fones de ouvidos ou no gogó desafinado de cada mafagafa no momento é:

Glória Estefan – Hotel Nacional
Pink – True Love
Jeff Buckley – Last Goodbye
Kaiser Chiefs – Never Miss A Beat
Mika – Celebrate
Red Hot Chili Peppers – Californication
Texas Hippie Coalition – Turn It Up
É o Tchan – Tchan na Selva
Iron Maiden – Wasted Years
Vinny – Heloísa, mexe a cadeira

E aí, o que está saindo da SUA cachola? Não vale pensar hein! Um beijo para a diversidade.