#ViradaCultural tira mafagafas de casa

O final de semana foi cheio de emoções para as mafagafas de plantão. Teve movimentos artísticos para todos os gostos: uma das espécimes invadiu a cidade de São Paulo e o estádio do Morumbi para ver de perto a Lady Gaga aguardem mais informações, outra foi conferir a Virada Cultural Paraná em Curitiba, enquanto que as demais, impossibilitadas de saírem de Foz do Iguaçu, também tiveram a chance de conferir o mesmo evento, que aconteceu simulteaneamente nestas duas cidades, Maringá, Cianorte e Campo Mourão.

A Banda Mais Bonita da Cidade fecha o primeiro dia

A Secretária de Estado do Paraná, em parceria com as fundações culturais, SESI-PR e do ICAC (Instituto Curitiba de Arte e Cultura), teve um trabalhão para conseguir desenvolver um evento como este, pela primeira vez no Paraná, mas tudo funcionou bem e já se fala em expansão para as próximas edições.

Juca Rodrigues, ator, diretor, produtor cultural, secretário-geral da Fundação Cultural e um dos organizadores, comentou que “espera que este evento seja só o primeiro e que nos próximos anos a #ViradaCultural possa ser estendida aos bairros”. Juca chegou até mesmo a utilizar o bairro Porto Meira como exemplo: “seria interessante utilizar o Parque do Remador para intervenções culturais, até mesmo para atividades em conjunto com os centros de atividades bairro-escola”. Outro local citado foi o canteiro central da Unioeste, que “seria uma forma de aproximar as atividades dos universitários com a comunidade e até mesmo poder mostrar os grandes talentos da região do bairro Cidade Nova e da Vila “C”, finalizou Juca Rodrigues.

As mafagafas que foram prestigiar as apresentações, puderam conferir atividades desenvolvidas com as atrações locais e tiveram a chance de ver bandas conhecidas nacionalmente, como a curitibana A Banda Mais Bonita da Cidade, além do poeta Zeca Baleiro que estava acompanhado da Orquestra à Base de Cordas no último dia do evento.

A Loira sendo abraçada pelo broto de preto é a Giovanna curtindo o clima de romance!

Nossa queridona Giovanna Ritchely falou que achou interessante um evento como este, em que pode ver bandas locais no palco, dando espaço para quem é da cidade e quase nunca tem uma oportunidade como essa. Ela também destacou a intervenção dos cegos, que “chamou a atenção para a falta de acessibilidade que essas pessoas têm”. Sobre as duas grandes atrações que encerraram o primeiro e o segundo dia, Giovanna destacou a clássica música “Oração” que finalizou o show da Banda Mais Bonita da Cidade. No show do Zeca Baleiro,a mafagafa destacou o clima de romance entre os casais ao ouvir as músicas cheias de poemas do cantor. A música que mais gostou foi “Telegrama”, que foi cantada em alto e bom som! Ela também levantou questões sobre a falta de atividades que poderiam prender a galera por mais tempo naquele belo gramado e a carência de atividades culturais com frequência na nossa bela Foz do Iguaçu.

A Alice Maneschy contou pra gente que a cerveja estava quente triste isso aê produção! Loiras geladas pra esse calor, né? e também que a banda do broto dela teve as canções próprias do repertório vetadas por causa de uma atração cover que viria na sequência, mas elogiou o fato de saberem como aproveitar bem o espaço da Praça da Paz, que estava esquecida pela população.

Outra desaventurada que esteve presente foi a Priscila Martz. Ela não gostou do fato de sempre escolherem as mesmas bandas pra tocar em todos os eventos da cidade, acredita que poderiam dar oportunidade para muitos artistas ocultos pela cidade, mas relatou que adorou o clima de amizade da galera, aquela coisa de todo mundo sentado na grama e curtindo o show bem à vontade. Ela também disse ter adorado o fato da cantora Uyara Torrente também ser atriz, já que a jovem curitibana causou a maior emoção no público ao unir a interpretação de cada canção com a sua expressão corporal afiada e decidida. Além disso, a vocalista da Banda Mais Bonita da Cidade soube muito bem como interagir com o público presente no gramado. Ela não soube dizer qual música mais gostou e deixou a nosso dispor escolher uma para ela… Alguém aí quer dizer qual música mais gostou para a Priscila?

Zeca Baleiro e a Orquestra à Base de Cordas finalizam a Virada Cultural com a platéia pedindo bis duas vezes

Também teve a Roberta Rodrigues, que curtiu os dois shows finais e também a Feira Antiquarium no domingo pela manhã. Somente lamentou o fato da feirinha não ter ficado lá durante todo o domingo, “imagina só comer um pastel ao som das bandas?”. Mas, simplesmente adorou conhecer A Banda Mais Bonita da Cidade e destacou a música “Meu Príncipe”. As palavras de Roberta foram:  “ela mostra que toda mulher gosta sim de um conto de fadas, só que um pouco diferente, já que na letra a vocalista fala sobre príncipes que lavam roupa, cuidam das crianças e cozinham”. Já do repertório de Zeca Baleiro, Roberta comentou que ouviu brotos de plantão chamando ele de gostoso, enquanto outros fizeram piadinhas sobre o nome e as músicas que o Zeca Pagodinho, não o Baleiro, iria tocar. Em resumo, a mafagafa curtiu Zeca Baleiro tocando a música Proibida Pra Mim, mas destaca a canção Lenha.

Partindo da #ViradaCultural de Foz do Iguaçu para Curitiba, a correspondente em questão foi a Mirian Carla Barbosa. Sabe o que ela contou em off pra gente? Que ela está de boca aberta com a banda Trio Quintina, especificamente com a música “Cecília”. O conjunto mistura teatro, música e circo. Mirian também comentou sobre a super organização do evento, sendo que todos os shows começaram no horário exato, enquanto que a organização estava super preocupada com a limpeza. Teve até uma empresa trocando lixo por copos de água limpos. A mafagafa destacou a apresentação de Arnaldo Antunes também, sendo que a sua música predileta foi Socorro.

E vocês, foram na #ViradaCultural? O que acharam? Contem!

Sobre Mafagafa Desaventurada

Reza a lenda que gosta de comer papel e dormir em ninhos. Também dizem que se trata de uma personagem folclórica brasileira que possui um trava-línguas e assusta as pessoas com a sua personalidade imponente, independente e moderna. Pode ser confundida como uma espécime maligna, venenosa, fanfarrona e malandra, mas apresenta hábitos dóceis e pode um dia ser domada por um mafagafo brotinho.

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