Poesia pelos muros da fronteira

O Accion Poética, é um movimento mural-literário, que se espalha por toda América Latina, começou em 1994, em Monterrey no México, inspirado por Amando Alanis Pulido, cujo fim é a revalorização da palavra mediante a inclusão de poesia na paisagem urbana.
O movimento na fronteira visa a integração das três cidades, Foz do Iguaçu, Puerto Iguazú e Ciudad Del Este,

O ideia se consiste em muros brancos com frases pequenas em português, espanhol e guarani, sem vínculo religioso ou partidário. A ação se consiste de forma voluntária e gratuita, basta a permissão do morador para preencher os muros de poesia ou impacto. Todos podem participar, a poesia deve ser feita por todos, para todos

A reação das pessoas ao ver as pinturas é interessante, em meio as propagandas visuais de consumo, as mensagens se tornam algo incomum, muitos param, olham, ajudam, despertam.

A primeira Ação Poética aconteceu em clima de carnaval, no Cidade Nova. Em meio as marchinhas carnavalescas, com a ajuda dos moradores e das crianças na pintura. A frase é clássica do movimento, em espanhol “Sin poesía no hay ciudad”. Poesia despertando a  alma, cidade.

 

Nossos ajudantes:

A segunda Ação também aconteceu pelo Cidade Nova, moradores doaram seus muros e as poesias se fixaram.

O terceiro dia de Ação, aconteceu no centro, em um domingo ensolarado a galera pintou três muros. Afinal, carregamos todos os sonhos do mundo, não é?

Penso, logo incomodo.

Vamos passar pelas pontes, rios, estradas, atravessar as fronteiras.

Precisamos de muros, tintas e vontade para agregar nossas fronteiras, afinal, a poesia e a expressão não tem limites.

Para conhecer um pouco mais do movimento, só clicar na página do Facebook:

http://www.facebook.com/pages/Acci%C3%B3n-Po%C3%A9tica-Triple-Frontera-A%C3%A7%C3%A3o-Po%C3%A9tica-Tr%C3%ADplice-Fronteira/404331096319060

Desabafos de uma “mulherzinha”

Já começo dizendo um discurso de várias pessoas pela rua: Poderia estar matando, poderia estar roubando, poderia até mesmo estar por ai perdida no mundo sabe-se lá fazendo o que… Mas não, estou aqui (não to pedindo dinheiro, mas se alguém quiser doar aceito) escrevendo.

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Quem ai nunca desejou que as histórias dos livros ou dos filmes fossem realidade? Quem ai nunca sonhou em viver seu próprio conto de fadas e achar alguém e ser feliz pra sempre? Se nunca teve nenhuma dessas vontades: PARABÉNS! Pode jogar todas as pedras do mundo em mim, já que sou uma dessas que nunca admitiu, mas muitas vezes pensou em como queria ser igual aquela personagem.

Já adianto que esse texto é feito num momento muito egocêntrico e extremamente egoísta, duas das coisas que eu mais desprezo, porém que nesse momento tenho plena consciência de que estou me tornando. Quero sim nesse momento que o mundo gire em torno do meu umbigo e que a pessoa que eu falo e juro de pé junto que eu amo, perceba que eu sou aquela pessoa certa, que acreditava ser antes de tudo virar uma merda. Sim está uma merda, estive mostrando todas as minhas fraquezas e meu lado mais escuro, ou melhor dizendo, louco. Mas não sou a única, afinal o ser mostrou-se alguém bem diferente daquele que eu conhecia, pouco, mas conhecia.

E agora? O tal do sexto sentido diz que não tem volta, as pessoas ao redor dizem que não vale lutar por alguém que parece que não quer nada com nada. Mas onde está todo aquele sentimento que diziam ter? Foi sufocado por alguém que briga por tudo e que quer estar sempre ao lado de quem ama. Estou errada em achar que o melhor jeito de descansar e relaxar são ficar ao lado de quem se ama? Sabe, assistir um filme em casa, dar uma volta pela cidade, conversar sobre qualquer coisa, dividir os problemas, ter massagem no final do dia e ainda conseguir um carinho antes de dormir? Sim, todos têm necessidade de ter um momento pra chamar de seu, mas isso é uma questão de conversa de dizer que precisa mesmo disso e não fazer a outra pessoa sentir-se culpada pela sua falta de tempo.

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Ok, utilize o tempo que precisa pra pensar, enquanto a outra pessoa também aproveita pra rever algumas coisas. No final se não der mesmo, paciência, mas acredito do fundo do coração que sair por ai se embebedando e ficando com todas as meninas que tem oportunidade não ajuda a tirar aquilo que está no coração, assim como ficar em casa trancada vendo filmes românticos e chorando não ajuda. Porque não se unir na hora da dor? Assim aprendem um pouco mais um sobre o outro.

Vocês devem estar pensando que eu estou louca e não entendendo porque esse texto está assim, mas é que estaria fazendo cinco meses de namoro. Que no fundo eu adorava, por mais que reclamasse e tudo mais, mas essa é a forma que tenho de mostrar que me importo. E ninguém me dirá que foi apenas isso, afinal houve muitos momentos felizes e lindos. Mas agora importa? Sinceramente não sei, ando pensando em seguir em frente e tentar continuar a ser pelo menos amigos, afinal aprecio muito a companhia dessa pessoa. Porém não depende apenas de mim. Me desculpem pelo desabafo, mas apesar de ter um gênio forte e a opinião formada sobre muita coisa, ainda sou uma “mulherzinha” que sofre por amor. E como somos um blog feminino que tem como objetivo dividir experiências e também de mostrar que podemos sim fazer a nossa parte para tentar mudar esse mundo de pedra, achei que poderia dividir isso com vocês. E se quiserem, dividam comigo o que os aflige, afinal, acredito que se todos  compartilharmos experiências tiraremos ótimas conclusões e aprenderemos alguma coisa.

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De tudo que não é

A grande verdade é que a vida não passa de um péssimo romance, cheio de clichês, personagens fracas e mal construídas… É isso, não tem sentido algum, não há recompensa no final, nada a ser descoberto.

Sim, estou em pleno inferno astral, tudo o que preciso é de uma bela de uma faxina emocional. Sinto como se tivesse toda a história da humanidade sobre as costas. O mundo apoiado em meus ombros. E eu sou tão fraca.

Ponderar sobre o que se é ou o que se deseja ser é uma das coisas mais idiotas que já vi e faço em minha vida. Quis tanto ser uma escritora que me tornei uma de minhas personagens, ou melhor, uma das anti-heroínas de meus livros preferidos.

Sou uma escritora fracassada, auto-biógrafa, de personalidade cínica e agressiva. Nada de simpatia ou compaixão própria. Almejei ser Simone de Beauvoir, mas acabei como uma copia fajuta de Dan de Closer – ou algo parecido.

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Querido leitor, a verdade é que viver é feio, não é interessante. Não somos personagens complexas, somos rascunhos amarelados, esquecidos por Deus, Deusa ou Freud – insira aqui algum ícone em que você acredita -.
Viver não é doce, não será doce, é fel puro! E apesar disso vivemos. Porque somos fracos para renunciar às coisas. Coisas que não gostamos, não acreditamos e não queremos. Não renunciamos em uma atitude egoísta e desesperada de parecer forte, interessante ou uma dessas outras bobagens.

Seguimos com esse amargo na garganta, esse nó no peito e as mãos vazias e machucadas. Engolimos a vida quente, porque pensamos que seguir em frente pode significar algo bom em alguma esquina, bar ou beco de outra cidade. Quem sabe outra vida tão medíocre nos cruze o caminho e aí, teremos, quem sabe, uma chance de ser feliz.

“Ser feliz” essa sentença impressa em todos os outdoors, muros e embalagens esfregando em nossa cara a nossa própria e eterna “não-felicidade”.

Leitor, que me é tão caro, se você chegou até aqui deve estar com pena de mim, com raiva ou coisa que o valha. Não o faço, eu suplico. Se escrevo isso aqui não é com fins didáticos, para que você comece a ver as coisas de outro modo, prestando atenção aos detalhes “bonitos”. Não é nada disso, não lhe recomendaria tamanha estupidez. São essas ditas coisas bonitas que tornam nossa vida ainda mais miserável e nos mantém presos a esse sistema. São as migalhas que nos dão para não nos matarmos ou enlouquecermos totalmente.

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Escrevo aqui tão e somente porque sou egoísta e quero me livrar de todo esse monte de lixo e entulho de sentimento que levo represado. E, claro, isso também: não tenho mais dinheiro para pagar terapia.
Você discorda de mim? Ótimo!

A minha Tábua da Salvação

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Estava buscando inspiração para o texto de hoje e querendo escrever sobre “deus e seu tempo”, quando me deparo com um post do amigo mais que professor, Carbonera Ildo. Ele compartilhou a sua ‘Tábua de Salvação’.

O nome do que é na verdade uma pequena lista de ‘mandamentos para uma vida melhor’ parece forte, pois está carregado de significados religiosos. No entanto, olhando por outro lado, a conclusão pode ser que sim, é possível trilhar um caminho para a salvação, sem necessariamente temer o inferno ou querer o paraíso.

Isso porque a ideia é fazer o bem, sem esperar uma recompensa. Ou ainda, não fazer o mal por temer um castigo, mas sim porque sabemos o que é melhor pra gente e para o universo com o qual estamos lidando.

Então, pensei em criar a minha própria tábua, com os meus dez mandamentos, que são os seguintes:

             I.        Diga não, quando quer dizer não. E sim, quando quiser dizer sim;

           II.        Repare nos desenhos do céu, sempre que possível;

         III.        Em vez de ar condicionado, tenha muitas janelas em sua casa. Janelas imensas;

         IV.        Ande e pense livremente, longe de dogmas, rótulos e ideologias;

           V.        Se jogue na espontaneidade;

         VI.        Cultive flores;

       VII.        Abra livros, desligue TVs;

      VIII.        Se estiver mal, não force um sorriso;

         IX.        Se estiver bem, compartilhe com quem te quer bem;

           X.         A vida é sua, faça com ela o que achar melhor. 

O legal é que você também pode criar a sua tábua, com os seus próprios mandamentos. Você não precisa pedir autorização, muito menos pensar no que é certo ou errado. Basta pensar em coisas que te fazem feliz e fazer dessas coisas uma espécie de guia para melhorar sua vida.

Eu coloquei dez mandamentos. Pode ser mais, pode ser menos. Isso vai depender da sua vontade, criatividade e imaginação. Solte tudo isso e crie você também a sua ‘Tábua de Salvação’.

Daqui um tempo, veja se os seus mandamentos estão sendo cumpridos. Se for necessário mudar alguma coisa, mude. O importante é encontrar um sentido para isso tudo e viver sob as leis que você criou.

E então, quais são os seus mandamentos?

Religião x Orientação Sexual

Algumas semanas antes da entrevista de Silas Malafaia com Gabi ir ao ar, nós desaventuradas comentávamos sobre como as pessoas não compreendem que religião e orientação sexual não possuem vínculo nenhum. Já que na Bíblia mesmo diz que esse DEUS é amor e todos os ensinamentos são baseados no respeito e no tal do amor (pelo menos foi assim que aprendi durante meus anos de primeira comunhão e crisma). Foi então que tivemos a ideia de poder fazer uma matéria sobre Religião x Orientação Sexual, então estávamos em busca de “personagens” que pudessem comprovar a nossa opinião. Porém depois dessa entrevista, achamos mais do que justo, mostrar um Reverendo que é homossexual, casado e acredita que para Deus não há sexo. Espero que aproveitem a entrevista com o Reverendo Célio Camargo, de Maringá.

Roberta Rodrigues: Quantos casamentos homossexuais já realizou?

Reverendo Célio Camargo: Foram realizados por mim como reverendo quatro casamentos heterossexuais, uma Bodas de Ouro, dos meus pais com muita honra, e de casais homo-afetivos cinco , sedo somente um deles em Curitiba.

Roberta Rodrigues: Por que acredita que a orientação sexual não interfere na fé daqueles que acreditam em Deus?

Reverendo Célio Camargo: Acredito que a orientação sexual da pessoa como ser humano não o afasta do amor de DEUS, e sendo igreja, levamos a benção de união ao casal com alegria e amor, pois para nós a ICM entendemos que todo amor diante de DEUS é sagrado.

Roberta Rodrigues: Qual a reação das pessoas ao saber que o senhor é reverendo e é homossexual?

Reverendo Célio Camargo: Muitos lidam com a notícia de que sou Homossexual e Reverendo como uma grande conquista, outros com estranheza no momento até que ela seja esclarecida sobre a missão visão e valores da igreja.
Roberta Rodrigues: Como foi saber que era homossexual e que mesmo assim queria seguir o caminho de Deus?

Reverendo Célio Camargo: Já sabia desde pequeno que era diferente, tinha esta percepção, mas nas igrejas que eu passei eu era discriminado pela minha orientação, até que depois de uma tentativa de suicídio e passar dias em um hospital, ao sobreviver descobri que DEUS me amava da maneira que eu sou e descobrindo a ICM descobri o amor de DEUS por mim.
Roberta Rodrigues: O fato de ser gay, em algum momento interferiu na sua fé?

Reverendo Célio Camargo: O fato de ser gay interferiu sim em pontos positivos e negativos, mas procurei depois de descobrir que eu não era uma aberração a servir a Deus e ao Próximo da melhor maneira possível, somando os pontos mais positivos possíveis pois discriminação e preconceito eu já sabia que iria enfrentar, então vivo as coisas lindas e alegres que DEUS me proporciona na minha condição e orientação de ser homossexual, sou casado com meu companheiro, sou feliz, trabalho, cuido de uma casa que abriga LGBTS expulsos de casa, cuido da ICM Maringá no PR, sou feliz e amado por DEUS.
Roberta Rodrigues: Quais seriam o conselho para aqueles que muitas vezes tem medo de se assumir ou então de aceitar que pode sim existir uma vida em que Deus e a orientação sexual coexistam?

Reverendo Célio Camargo: Meu Conselho é que todos e todas independente de sua orientação sexual vivam sua vida com amor e alegria pois a salvação é para todas e todos os filhos e filhas de DEUS, cada pessoa procura viver feliz por si mesma , então não deixe de ser feliz porque não te aceitam como és, apenas seja você mesmo e seja muito feliz DEUS ama o ser humano sem se importar com a orientação sexual de ninguém.

Para terminar este post com esta entrevista, obrigada de todo coração Pastor Célio Camargo por esta oportunidade, para aqueles que ainda assim acreditam que DEUS tem algum preconceito, um beijo e um queijo e voltem para a era das Cavernas!

Fossa

Raro eu começar um texto com o título pronto, mas nada define melhor o texto que estou para escrever. Um momento muito típico do mundo feminino, afinal, aos homens não é permitido o benefício de uma boa fossa, isso é algo que nunca pega bem a um homem heterossexual. Homens têm fossa, mas tendem a escondê-las. Mulheres se apegam, em geral, a chocolates e músicas. Homens ao álcool e pegação, estou muito ocupado para álcool e pegação, então fico com o álcool e a música.

Todos nós temos aquele momento de fossa, só não queremos assumir. Eu assumo que estou na minha. Se eu não contasse, vocês não saberiam, mas quem está aqui, pode perceber pelas músicas românticas, coincidentemente, músicas que lembram momentos a dois. Aquela banda que eu apresentei pra ela, aquela minha música favorita, que ela adorou. Aquela música que fala sobre o quanto corro para estar com ela e do socorro que eu preciso, inclusive uma música de uma banda muito bonita, diria que a mais bonita da cidade, não dessa cidade, mas de alguma.

Vamos analisar então, músicas depressivas, uma garrafa de whisky presa à perna e algumas longnecks jogadas pelo chão, enquanto se escreve um texto deprê no computador. Temos um ser humano em sua fossa.

Quando um relacionamento acaba, não há como não ficar triste. Por pior que tenha sido, afinal, se começou houve algo bom em algum momento. Quando se pensa ter achado aquela pessoa. Aquela que muitas procuram, alguns homens, talvez muitos também. Aquela pessoa que se pensa poder passar a vida inteira, que pode ser a sua alma gêmea, ou alguém que é simplesmente tudo que procurava, mesmo não sendo. Isso é amor, complicado, causa tanta dor de cabeça.

Nesse momento, o computador buga, você perde parte do texto, sua mãe entra no quarto, olha as garrafas de cerveja no chão e pega o whisky em seu colo, olha quanto ainda remanesce e diz: você está ficando alcoólatra.

Queria dizer à minha mãe que estou com saudade daquela minha ex-namorada, com a qual ela não se dava muito bem, mas sobre a qual me criticara por ter deixado acabar. Complicada essa vida. Em alguns momentos, você só quer aquela pessoa de volta, em alguns momentos você a odeia, mas nunca, nunca, consegue se sentir indiferente. E se simplesmente aquela pessoa voltasse, você esqueceria tudo e tentaria de novo. Você está em uma fossa, mais fundo não se pode chegar. Há apenas um ponto de luz, sem o qual parece não ter saída, mas tem, você só demora alguns dias para ver. Porquê isso? Faz parte de um outro texto, sobre amor.

Eu nasci assim, mas sou uma borboleta em metamorfose

Dizer que: “eu nasci assim, eu cresci assim, vou morrer assim”, é a mesma coisa que afirmar: “pau que nasce torto nunca se endireita”.

No fundo, não passam de pessoas ignorantes que não querem mudar, mesmo sabendo e vendo que tudo ao seu redor está dando errado, única e exclusivamente por suas opiniões extraordinárias e a vontade de não querer mudar absolutamente nada.

O complicado é que geralmente as pessoas que vivem nesse dilema são pessoas que vivem uma vida fantasiosa e nem se dão conta. Vale lembrar aquele famoso clichê: “Por que nada dá certo? Eu faço tudo perfeito.” E acabam nem se dando conta que por medo de mudar, deixam de viver as situações que estão esperando por elas.

Que graça teria a vida se não soubéssemos aceitar as coisas e mudá-las? Sempre quando queremos algo, temos que fazer algum tipo de mudança em nosso ser, nem que seja uma mudança mínima, mas o bom da vida é a gente mudar, porque mudando aos poucos a gente consegue o que quer.

A gente muda até o visual radicalmente pra ter algo que queremos, mudamos os móveis, emprego, até quando queremos passar em alguma coisa a gente se esforça e muda o foco para conseguir os objetivos, e então por que não mudarmos um pouco de opinião quando necessário?

Não é que eu não tenha opinião, algumas acredito que a gente deve lutar até o fim (já outras estão em nossa mente apenas para nos confortar). Só que para prosseguir com o nosso jeito ou estilo de vida, a vida requer as vezes que a gente mude para enxergar coisas melhores, tais como devem ser.

Então, acho que não quero ser uma Gabriela da vida – que nasce, cresce, e morre daquele mesmo jeito, se tiver que mudar, vou mudar, e conquistar as coisas que quero por direito, e se eu nasci pau torto, nem que for a machada vou mudar, não é que eu queira ser perfeita para todos, é que eu quero ser perfeita pra mim, completamente realizada, e acho que a maturidade é isso, mudar quando devemos, porque só assim, a gente se sente completo de verdade.

Crislaine Coelho tem 23 anos, já fez Educação Física e, atualmente, faz curso técnico em enfermagem. Cris, como é conhecida pelos amigos, é uma mulher com coração de menina, que adora ler, tocar violão e assistir filmes. Ela também é indecisa e divide seus pensamentos com os seguidores da fan page Lassarote.