Consumismo é para os fracos

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Nesses corpos nós viveremos, nestes corpos nós morreremos. Onde você investe seu amor, você investe a sua vida.

Eu ia começar dizendo que vida de mulher não é fácil, mas não. Viver em sociedade é que não é fácil. Afinal, as cobranças vêm para todos e de todos os lados. O público feminino, porém, sente sim uma pressão maior, tanto é que você pode reparar: a maioria das propagandas de roupas, calçados, acessórios e cosméticos tem como intenção vender para as mulheres.

E aí, como lidar? Os comerciais mostram mulheres lindas, ‘bem-sucedidas’, maquiadas, magras, bem vestidas, bem calçadas dizendo que só dentro deste padrão é que a mulher tem poder e é feliz. O que é mais fácil? Se render a essa ideia ou sair por aí atraindo olhares (negativos e reprovadores). Sim, porque se você usa a mesma roupa por três dias, você é uma relaxada. Se você usa o mesmo vestido para sair três vezes, você não tem classe. Se você não se maquia todos os dias, você não se ama. Eu poderia ficar a noite inteira aqui falando.

A minha sorte (e é justamente por isso que estou escrevendo este texto hoje) é que eu nunca fui convencida por propagandas. Nunca pedi um brinquedo para a minha mãe só porque eu vi na TV o quanto era legal. Nunca quis uma melissa porque todo mundo usava e a TV dizia que era chique. Sorte dos meus pais. Afinal, não tínhamos dinheiro pra isso tudo – eu poderia fazer um melodrama aqui dizendo que minhas roupas sempre foram usadas (ou presentes da minha) até eu me tornar uma adolescente, mas isso realmente nunca teve importância pra mim, até que…

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Nãããoooooo!

Até que eu comecei a ouvir comentários do tipo “nossa, ela é tão brega” ou “ela até que a bonitinha, mas se veste mal, que nem piá”. E isso, na adolescência, gente, dói. Mas o que eu podia fazer? Me descabelar porque não tinha dinheiro para comprar roupas? Implorar para a minha mãe fazer um empréstimo pra eu me vestir com as roupas da moda?

Não, né? Eu sempre fui levando a minha vida sem me importar. Aí, comecei a trabalhar. Ganhei meu primeiro salário e o que fiz com o meu primeiro dinheirinho? Não, não comprei roupas. Comprei uma bicicleta. Adoro essa história. E o que é que tudo isso tem a ver com vocês? Ah sim, eu escrevo este texto pra você, que como eu, não tem tanto dinheiro assim. Se você pode gastar, querida, nem deveria ter chegado aqui. Vai curtir a sua graninha, vai.

O que eu quero dizer é que sim, temos que ser forte. Afinal, todo mundo quer ter um estilo, uma personalidade, uma identidade. E isso se constrói com o que? Roupas, calçados e acessórios – pelo menos no mundo de aparências onde vivemos, com o qual não concordo e poderia muito bem viver sem. Só que o que muita gente não sabe ou não quer saber é que nada disso importa. Isso mesmo. Existe um ser dentro de você. E ele seria lindo (ou não, até porque não te conheço) em qualquer tribo. Com qualquer vestimenta.

Não estou querendo chegar ao clichê de que você deve se aceitar do jeito que você é, embora isso também seja verdade e necessário. Minha intenção é fazer com que você perceba que se você não tem dinheiro para comprar peças novas a cada três meses, você não vai morrer por isso. Aliás, ninguém vai morrer por isso. O único a sair ferido nessa história toda é o comércio. E a não ser que você seja um comerciante, você não tem nada a ver com isso.

Então, assim ó: por isso o meu título. Sim, o consumismo é para os fracos. É para aqueles que não aguentam a pressão e a cobrança de estar sempre impecável. É para quem acha que o mais importante é a aparência e, o pior, acredita que a primeira impressão é a que fica – isso só acontece se você não encontrar as pessoas por mais de uma vez, porque todo mundo consegue causar uma primeira, segunda e até terceira impressão, sem falar nos casos quando conhecemos alguém por anos e, de repente, essa pessoa se transforma em outra, surpreendente, não?

Outra coisa importante a ser dita: não tem problema nem um você comprar roupas e calçados novos, desde que você não se endivide por isso ou acabe transformando isso em uma neura ou compulsão. Além disso, existem opções alternativas ao consumo com o qual estamos acostumados a lidar. Vale a pena sim, por exemplo, pagar caro em uma peça boa, mas à vista. E você não precisa renovar todo o seu guarda-roupa toda vez que precisar de roupas novas. O mesmo vale para os calçados.

Na verdade, verdadeira, queria encerrar meu post dizendo: o mundo é lindo e cada um pode sair por aí vestido como bem entender, mas…

Pare encerrar, então, pense bem onde você está investindo o seu ‘amor’. Isto é, seus recursos, seja ele o dinheiro ou disposição. Existem coisas melhores e mais importantes que se vestir bem e andar por aí cheio de estilo, não é?

O corpo como objeto: até quando?

Já faz algum tempo, esforços me guiam em direção ao que eu chamo de ‘uma pessoa melhor’. Para chegar a este ponto de partida (porque uma pessoa melhor jamais é algo acabado e está em constante evolução), algumas decisões foram tomadas.

A primeira delas foi dizer adeus ao mundo de aparências, que impregna nosso dia a dia e incomoda bastante. Assim, aos poucos, certa libertação foi chegando e agora a luta segue no sentido de não acreditar que a primeira impressão é a que fica, por exemplo. O grande avanço, contudo, aconteceu no dia 17/01/2013, na quinta-feira quando, às 10h30 da manhã, me despia a céu aberto, em um lugar paradisíaco.

É ou não é paradisíaco?

Tambaba, uma praia naturista próximo à cidade de João Pessoa, fez com que barreiras fossem quebradas e ‘uma nova eu’ surgisse por lá. Descrever a confusão de ideias e os muitos pensamentos que ali surgiram e foram discutidos com quem me oferece a melhor companhia é difícil, porque seria preciso muito tempo, espaço e ousadia. Três itens praticamente indisponíveis no momento, sobretudo o último.

Mesmo assim, a experiência pode sim ser compartilhada, assim como a conclusão daquele dia memorável. Em um lugar onde o nudismo é liberado, etiquetas e regras sociais perdem o sentido. Mais que isso. Os olhares tortos são extintos. Não há pessoas olhando, comentando e julgando o corpo alheio. E, indo além, o melhor de tudo é que não existe aquela sensação de exposição e o respeito não permite a cobiça que torna o corpo um simples objeto, fonte de desejo ou reprovação.

O espaço é totalmente reservado àqueles que querem curtir a praia e tomar a sua cerveja, sem se preocupar com o biquíni da moda, o corpo em dia para o verão e o bronzeado obrigatório para a maioria das pessoas. Ou seja, um verdadeiro paraíso aos que prezam pela sua liberdade.

Então que saímos de lá pensando, eu e o Jean, sobre como seria o mundo se o corpo deixasse de ser visto como um objeto. Não que estivéssemos confabulando o nudismo ao redor do mundo, sem limites e áreas reservadas. Nada disso. Apenas imaginamos um lugar onde as pessoas pudessem se vestir de um jeito que se sentissem mais à vontade, sem serem julgadas por isso.

Essa é a ideia, entende?

Nesse sentido, seria possível, por exemplo, mulheres andarem com micro roupas durante o verão escaldante daqui, assim como homens andam sem camisas, livres da preocupação em serem consideradas ou não ‘piriguetes’. Assim, aquelas cantadas desagradáveis, assobios irritantes e homens babando pelas pernas e decotes não existiriam. Imaginem, que maravilha?

A lista de benefícios do ‘corpo não objeto’ me parece infinita. O problema é que seria necessário começar a humanidade de novo, tendo em vista as opiniões opostas a esta ideia. Ainda assim, algo me diz que já estamos em um caminho, mesmo que restem milhares de pedras e tropeços.

Felizmente, existem algumas Tambabas pelo Brasil. Dessa forma, se bater aquela saudade da liberdade, o negócio é fugir para estas praias, sem medo de ser feliz.

Gordurinhas salientes e a saga contra o tempo

Um pouco antes de entrar no ciclo do verão, nós, mulheres, temos o pavor de olhar-nos no espelho. Nem tanto por estarmos, digamos assim, gordas ou obesas, mas pelas gordurinhas salientes que foram adquiridas durante todo o inverno. Por incrível que pareça, essas possíveis gordurinhas afetam – e muito – a autoestima da maioria das mulheres. Então, lá vamos nós buscando dicas milagrosas na internet, fazendo dietas durante semanas e tentando nos adequar a uma rotina de atividades físicas (abdominais e caminhadas se enquadram neste quesito).

Mas, e quando não somos persistentes o bastante? Isso pode acontecer. Aliás, como toda diva, temos outras atividades a desempenhar durante o dia. Em muitos casos, chegamos “mortas” em casa e, além disso, infelizmente, o tempo passa. Por mais que nossos cônjuges, amigos ou parentes digam o quanto somos lindas, o espelho e as horas tornam-se os nossos maiores inimigos.

Precisamos entrar em forma até que o verão chegue. Não há nada que faça com que os pensamentos de “estou gorda” desapareçam e, mais uma vez, nos vemos na frente do computador procurando aquelas mesmas dicas para perder barriga, o mais rápido possível.

Assistimos programas dizendo “bebam muito água”, escutamos amigos aconselhando “comam linhaça com frutas” e conferimos blogs ordenando “façam atividades aeróbicas”. É muita informação para uma pessoa só. Quando, por fim, decidimos sair para correr, literalmente, contra o tempo perdido, nos deparamos com lindas mulheres vestindo tops e calças de ginástica super sexys. Ao mesmo tempo, nos culpamos por estarmos usando aquelas camisetas que a gente demorou para escolher entre as “menos piores” do guarda-roupa.

A gente finge que não vê e tenta acreditar que aquilo não são os astros dizendo “olha, não há nada que você possa fazer, você sempre vai ser assim mesmo!”. Enquanto caminhamos, então, surge um conflito em nossos pensamentos. Todos aqueles textos e tutoriais que vimos na internet, passam pela nossa cabeça como um turbilhão – igualzinho como naqueles filmes em que as palavras rodeiam a cabeça do personagem. Pensamos nisso e dizemos em voz baixa “quando eu chegar em casa, vou comer granola e nada mais!”.

Chegamos em casa e bora contar 3 repetições de 20 abdominais, das mais diversas possíveis (frontal, lateral, horizontal e todas essas outras sofridas possibilidades). Quando, finalmente, nos olhamos no espelho e vemos que “até parece” que houve uma diminuição de nossa bela pança, conseguimos ficar mais felizes. Podemos até arriscar dizer “eu ficarei igual aquela guria com o topzinho!”.

Depois de um bom banho de água fria (que, aliás, vimos em um blog que faz bem para a pele) vamos direto para a cozinha. Nessa hora, podemos perceber que, infelizmente, nossa família compra alimentos para os demais. Logo, a geladeira fica cheia de coisas gostosas. Dá para contar nos dedos as frutas e verduras que há dentro dela. Nosso estômago diz “me coma!”, mas nossa cabeça diz “siga direto na granola!”.

Comemos, fatalmente, a granola e fazemos mil planos enquanto saboreamos alguns cereais. Concluímos o resto das atividades do dia e, por fim, nos preparamos para o amanhã, onde faremos isso tudo, novamente – quem sabe, por apenas mais uma semana.

A moral da história, no fim das contas, é que por mais cansadas que estivermos ou, até mesmo, independente de quantas “gordurinhas salientes” pudermos notar no espelho, o que realmente deve-se levar em conta é que somos lindas. É bom, sim, fazer exercícios e ter hábitos saudáveis, mas não se deixe levar e ficar paranóica com isso. O importante é saber que quando alguém diz que estamos bem, é porque realmente devemos estar, e não será uma gordurinha saliente que dirá o contrário. Além disso, com gordurinha ou não, o importante é nos sentirmos bem conosco.

E se o mundo de aparências não existisse?

Editora Responsável: Roberta Rodrigues

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Ando por aí refletindo sobre a vida e, ultimamente, paro para imaginar coisas, até que me peguei pensando sobre como seriam as nossas vidas caso o mundo das aparências não existisse.

A primeira mudança drástica que consigo vislumbrar é na autoestima de muitas pessoas. A beleza ou a feiúra são tão subjetivas que possuem significados diferentes para cada um. Pelo menos deveria ter. Com os padrões de beleza impostos, uma multidão acredita que somente o que é dito belo pode ser bonito e tudo o que foge do dito é feio. E assim, milhares de pessoas criam complexos, encontram imperfeições em si mesmas, querem mudar e ficar parecidas com a modelo da capa da revista.

Se pensarmos que os padrões de beleza só existem por causa do mundo de aparências, a vida de uma penca de gente poderia ser melhor, livre de neuras e desesperos por estar fora de forma.

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A cultura seria mais valorizada, se o mundo de aparências não existisse.

O consumismo ou a vontade de querer estar sempre apresentável também desapareceriam junto com ele. Já imaginou como seria se as pessoas pudessem se vestir como quisessem sem ter que lidar com olhares tortos e julgamentos alheios? E se cada um fosse às festas para aproveitar o momento e não para mostrar sua roupa nova? Ou, então, se fosse possível se vestir da forma mais confortável possível e não houvesse aquela multidão virando o rosto para perguntar: “onde é que fulano pensa que vai vestido assim?”

A liberdade de escolha seria plenamente possível caso o mundo de aparências não existisse. As pessoas poderiam, por exemplo, namorar como e quem quisessem sem ter que aguentar comentários e perguntas inconvenientes.

Dívidas poderiam ser evitadas e não seria tão importante assim ter o carro do ano…

Eu poderia ficar falando aqui sobre inúmeras coisas que mudariam para melhor caso o mundo de aparências fosse apagado do mapa. E você pode estar dizendo aí, é possível se livrar dele, basta não ligar para o que os outros dizem.

Seria fácil, simples e descomplicado, se mais gente pensasse assim e se menos pessoas pensassem nele. Um dia, quem sabe, não chegamos lá?

“LEAVE THE FEMALE BODY ALONE”

Editora Responsável: Adriana  Tateishi

O broto é daqueles que acredita que o amor é uma invenção, daqueles pra explicar  porque o homem e a espécime devem ficar juntos. Ele até me explicou a teoria de que no início era pegação geral, até que depois nasceram os trovadores que entendiam que se falassem coisas bonitas as mulheres iam deixar ser “conquistadas” e aí viria a copulação. E depois disso vieram os trovadores que passaram a acreditar nas palavras que escreviam e então sofriam para escrever, em consequência nasceram os românticos e toda a história do amor e do “felizes para sempre”.

Bom, a mafagafa, que aqui vos escreve, acredita que o amor é uma ilusão, um sentimento falho e que felizes para sempre só existe em comédias românticas e em contos de fadas.

Tá, mas e agora? Acredito que consegui fazer uma teoria unindo as duas. Mas que não envolve o amor e sim o padrão de beleza atual que é um contraste enorme com o que era tido no passado.

Se voltarmos ao início dos tempos em o homem passou a “falar, pensar” e foi isso que o diferenciou dos animais, veremos que a mulher considerada perfeita era aquela mais gordinha. A mulher tinha que ter quadris largos, seios fartos, o famoso “corpão violão”. Isso porque se acreditava que esta seria ideal para ter filhos e garantir o futuro da espécie. Já que as mulheres magrinhas não aguentariam ter muitos filhos e sofreriam muito durante a gestação por falta de espaço. E faz sentido…

Venus de Willendorf

E como chegamos a um tempo onde o belo corpo feminino se tornou algo tão fino a ponto de vermos crianças, adolescentes, jovens e adultas morrendo de fome e desenvolvendo vários tipos de transtornos alimentares para tentar entrar nesse padrão?!

Vou dar uma de Chris Crocker (não defendendo a Neide/Britney): LEAVE THE FEMALE BODY ALONE (pros que são péssimos em inglixi como eu “DEIXE O CORPO FEMININO EM PAZ!”)

Escuto muito de vendedoras, amigas, mãe, primas, tias, amigas de amigas, enfim, que as roupas “caem” melhor nas magrinhas. Morram com essa, prestem atenção na Adele, linda de mais com aquele corpão todo, foi uma das únicas capas da vogue sendo gordinha, quem nunca babou nela num daqueles vestidos? E a Amber Riley, quantas vezes ela não ficou entre as melhores vestidas das premiações e estava mais deslumbrante que muita menina considerada linda por ser magrinha?

Amber Riley (Glee)

 

Eu sou fascinada pelo corpo feminino, acho seios fartos uma das maravilhas mundiais. As bundas grandes então nem se fala… Eu acho que a Sofia Vergara é uma das mulheres mais delícia da TV atualmente e, olha que ela tem peitões e bundão. No território brasileiro não acompanho muito, mas me julguem, acho a Preta Gil um arraso, não só por assumir sua sensualidade com aquele corpão, mas pela personalidade.

Homens e mulheres, não se deixem levar por coisas tão banais, comam o quanto sentirem vontade. Falo isso de coração, porque muitas vezes me peguei em banheiros colocando tudo pra fora porque ouvia que tava gordinha demais. E até hoje fico me controlando porque escuto esse tipo de repressão e admiro muito de coração e amo quem assume a gordice linda!

Tudo isso pra tentar explicar que parece que o ser humano quer a extinção da raça humana querendo apenas mulheres magras demais, que não aguentam nem a si próprias e quem dirá uma criança por 9 meses. Então voltamos novamente à era das pedras onde o homem e a mulher agiam por instinto e só se pegavam. Fim.

Eu e a moda

Editora Responsável: Roberta Rodrigues

Antigamente homens que trabalhavam com moda eram julgados pela sociedade, hoje em dia esse pré-conceito acabou, e isso acabou sendo “normal” perante os olhos dos mesmos.

Eu trabalhei em uma loja de sapatos e posso afirmar para vocês que 90% das mulheres que entravam na loja preferiam ser atendidas por mim. Elas falavam que era como se tivessem um personal consultor de moda, podendo pedir dicas de look e afins. Hoje em dia eu não trabalho mais nessa loja, porém tenho um blog que é a minha paixão, pois falo de moda e tendências, decor, beauté, tudo que eu simplesmente amo.

A minha paixão por moda é infinitamente absurda, pois esse é o meu mundo. E para poder trabalhar com ela eu tenho que ler muito, pois não posso sair passando as informações erradas e nem posso falar? Tem cada coisa linda nesse mundo fashion, um exemplo são os sapatos Luiza Barcelos que eu simplesmente estou amando e se pudesse usaria todos. E sabe o que é legal? As mulheres adoram descobrir que nós homens sabemos disso, pois elas se sentem mais seguras ouvindo a nossa opinião do que a de uma mulher, porque elas vêem sinceridade naquilo que nós falamos.

Agora vamos falar um pouco de sapatos?

Vocês repararam em como o metalizado está em alta? Não só em roupas, mas em sapatos também.Se  acharam que iria ficar parado dentro do guarda-roupa e só iria usar no próximo inverno, estão engadas. Eles junto com os sapatos verniz, estão em alta #aposte

Nessa foto tem a gladiadora Luiza Barcelos que nós estamos super in love com ela.

Outro estilo que está sendo usando muito são os espadrilha, sendo ele o salto mais fino ou sendo Anabela. Os espadrilhas vieram com uma grande força nesse verão.

O que virou febre é está no guarda-roupa de todas as fashionistas é o sneaker, super confortável e combinando com vários estilos. o sneaker veio com uma proposta totalmente diferente e mostrou que veio pra ficar por um bom tempo.

Bom, espero que vocês tenham gostado. E não se esqueçam amores:

blog
facebook
instagram

Beijos ❤

Jonnes Alves mora em Campo Grande, é formado em Marketing e atualmente trabalha com assessoria através do seu blog de moda.

Unhas mais caras de que jóias!

Editora Responsável: Adriana  Tateishi

Verdade seja dita, qual mulher nunca chorou porque quebrou a unha (pode ter sido de dor)? O assunto parece brincadeira e meio fútil, afinal que mania é essa de ficar colocando as coisas na unha? Pelúcias, bolinhas conhecidas como caviar, adesivos, desenhos, esmaltes que mudam de cor e até mesmo magnéticos. Quando entramos em alguma loja de cosméticos a vendedora logo vem falar dessas novidades todas, aqui em Foz mesmo durante o “Fozhair” aconteceu um campeonato de manicures, o primeiro, pra ser mais exata.

Admito que eu adoro novidades, desde quando comecei a pintar as unhas sou das que adora uma cor diferente, que misturava tons comuns pra fazer esmaltes que nunca vi na vida. Dos metalizados até o caviar, já fiz, menos essa coisa de magnéticos ou que mudam de cor (porque ainda não achei, brinks). O problema é que isto tudo está fugindo do controle. Já pararam pra perceber os preços absurdos desses esmaltes e até mesmo disso em um salão?

Potinhos de Caviar encontrados no Paraguai, R$12 todos

Do outro lado da ponte encontrei o famoso esmalte magnético que promete formar desenhos de acordo com como você passa o imã perto dele, por R$12 reais, isso mesmo gente, um vidrinho pequeno custando 12 réis. Antigamente a gente comprava esmalte por R$1 e ficava feliz da vida.

Enquanto isso em alguns salões de beleza de Foz do Iguaçu, você pode colocar a pelúcia na mão por exatos R$10, ai você: “nossa, que barato, só isso pra fazer a unha?” NÃO! Minha querida colega louca por novidades de unhas, esse é o que você terá que pagar a mais pelo serviço. Detalhe bem pequeno: Você acha o pote da pelúcia por R$6 em algumas lojas e em ‘Parisguai’ o preço cai um pouco. Faça as contas, R$14 da mão e mais R$10 da pelúcia, suas mãos prontinhas e na moda saem por exatos R$24. Esse preço é o que um salão cobrava para fazer o pé e a mão há um tempo atrás. E se você achar esse trabalho completo em um salão por menos de R$25 fique feliz da vida.

Unha de pelúcia

O que estou tentando dizer é que atualmente este setor aproveita do que chamamos de “tendência”, “moda”, “novidade” e do gosto que um grupo de pessoas (do qual eu não estou fora) têm, para super faturar.

Muitas pessoas vão poder dizer: “Para menina! Faça isso em casa, sai mais barato, você mesma está falando que compensa mais comprar tudo e fazer por si”, só que mulheres “moderninhas” também possuem outras necessidades além de fazer a própria unha. Demoro uma eternidade para fazer isso sozinha e é nesses tempinhos que sobram e que no salão conseguem fazer por menos da metade do tempo, por isso sou adepta do salão o do ter uma manicure que vai em casa, porém desta não posso reclamar, faz um ótimo serviço em um precinho maravilhoso. O ponto em questão é até quando o setor da beleza vai aproveitar da vaidade feminina para ganhar em cima? Isso é revoltante, muitos chegam a faturar mais de R$200% em cima.

Unhas Caviar

Fica então a pergunta para vocês: O real preço da beleza, da moda, da tendência e das fashions nails e suas abrangências é mesmo esse?