Marasmo

Escritor é bicho estranho, fica procurando estórias para se inspirar e escrever, ladrão do cotidiano, transforma dor, amor, realidade, barulho em palavras. Em todo momento há um conto escondido, uma poesia pela cidade cinza, uma narração contada por barulhos, o escritor esperto faz texto de borboleta voando, silêncio adormecido, ruínas, aspirador, dia de domingo. E é isso, um ladrão diário.

E como ladrona do cotidiano, deixo esse conto, percebido pela observação dos meus dias.

“MARASMO”

Helena caminha sem sentidos, com um vestido de flores mortas, anda se arrastando por obrigação, devaneio. Atravessa as avenidas sem se preocupar com a velocidade dos automóveis. O ar acinzentado pairá em sua face e camufla em seus poros.

Se alimenta com refeições das propagandas enganosas da televisão, não sentindo o sabor e engolindo por pura necessidade fisiológica, seus livros são alimentos das traças, seus discos estão sendo arranhados pelo tempo, não escuta as melodias dos pássaros, acredita nas verdade mal contadas e tem sempre a mesma opinião dos assuntos. Está acomodada, seu corpo não sente endorfinas, e não dança as musicas pulsantes, seus desejos foram ofuscados pelo conforto, suicida diária. Já não sabe o que é sorrir, amar.

Deita em seu quarto e sente-se parte de sua cama, imóvel, como poeira esquecida.

Ela até que gostaria de sentir as cores vibrantes das pinturas dos museus, mas se contenta com as cores foscas do seu dia a dia. Alma vazia, se esvazia a cada dia, ausência de vida, remoto controle, uma realidade sem suspiros, sem sorrisos. A vida escorrega pelos seus dedos e ela não se preocupa, se afoga em dormências miseráveis de sentimentos.

Helena queria sentir a gravidade dentro de si, voar, mas se contenta em caminhar pela escadaria velha, passo a passo de cabeça baixa. Repete seus passos como uma oração, anda em círculos repetidos, repetindo cada minuto de sua falsa eternidade. Suas palavras ecoam um monólogo, um terremoto de escassas afirmações, suas veracidades egocêntricas.

Helena é um reflexo desses humanos que não vivem, simplesmente existem, que caminham sem reparar nas belezas diárias.

Beijoos.

Poesia pelos muros da fronteira

O Accion Poética, é um movimento mural-literário, que se espalha por toda América Latina, começou em 1994, em Monterrey no México, inspirado por Amando Alanis Pulido, cujo fim é a revalorização da palavra mediante a inclusão de poesia na paisagem urbana.
O movimento na fronteira visa a integração das três cidades, Foz do Iguaçu, Puerto Iguazú e Ciudad Del Este,

O ideia se consiste em muros brancos com frases pequenas em português, espanhol e guarani, sem vínculo religioso ou partidário. A ação se consiste de forma voluntária e gratuita, basta a permissão do morador para preencher os muros de poesia ou impacto. Todos podem participar, a poesia deve ser feita por todos, para todos

A reação das pessoas ao ver as pinturas é interessante, em meio as propagandas visuais de consumo, as mensagens se tornam algo incomum, muitos param, olham, ajudam, despertam.

A primeira Ação Poética aconteceu em clima de carnaval, no Cidade Nova. Em meio as marchinhas carnavalescas, com a ajuda dos moradores e das crianças na pintura. A frase é clássica do movimento, em espanhol “Sin poesía no hay ciudad”. Poesia despertando a  alma, cidade.

 

Nossos ajudantes:

A segunda Ação também aconteceu pelo Cidade Nova, moradores doaram seus muros e as poesias se fixaram.

O terceiro dia de Ação, aconteceu no centro, em um domingo ensolarado a galera pintou três muros. Afinal, carregamos todos os sonhos do mundo, não é?

Penso, logo incomodo.

Vamos passar pelas pontes, rios, estradas, atravessar as fronteiras.

Precisamos de muros, tintas e vontade para agregar nossas fronteiras, afinal, a poesia e a expressão não tem limites.

Para conhecer um pouco mais do movimento, só clicar na página do Facebook:

http://www.facebook.com/pages/Acci%C3%B3n-Po%C3%A9tica-Triple-Frontera-A%C3%A7%C3%A3o-Po%C3%A9tica-Tr%C3%ADplice-Fronteira/404331096319060

O corpo como objeto: até quando?

Já faz algum tempo, esforços me guiam em direção ao que eu chamo de ‘uma pessoa melhor’. Para chegar a este ponto de partida (porque uma pessoa melhor jamais é algo acabado e está em constante evolução), algumas decisões foram tomadas.

A primeira delas foi dizer adeus ao mundo de aparências, que impregna nosso dia a dia e incomoda bastante. Assim, aos poucos, certa libertação foi chegando e agora a luta segue no sentido de não acreditar que a primeira impressão é a que fica, por exemplo. O grande avanço, contudo, aconteceu no dia 17/01/2013, na quinta-feira quando, às 10h30 da manhã, me despia a céu aberto, em um lugar paradisíaco.

É ou não é paradisíaco?

Tambaba, uma praia naturista próximo à cidade de João Pessoa, fez com que barreiras fossem quebradas e ‘uma nova eu’ surgisse por lá. Descrever a confusão de ideias e os muitos pensamentos que ali surgiram e foram discutidos com quem me oferece a melhor companhia é difícil, porque seria preciso muito tempo, espaço e ousadia. Três itens praticamente indisponíveis no momento, sobretudo o último.

Mesmo assim, a experiência pode sim ser compartilhada, assim como a conclusão daquele dia memorável. Em um lugar onde o nudismo é liberado, etiquetas e regras sociais perdem o sentido. Mais que isso. Os olhares tortos são extintos. Não há pessoas olhando, comentando e julgando o corpo alheio. E, indo além, o melhor de tudo é que não existe aquela sensação de exposição e o respeito não permite a cobiça que torna o corpo um simples objeto, fonte de desejo ou reprovação.

O espaço é totalmente reservado àqueles que querem curtir a praia e tomar a sua cerveja, sem se preocupar com o biquíni da moda, o corpo em dia para o verão e o bronzeado obrigatório para a maioria das pessoas. Ou seja, um verdadeiro paraíso aos que prezam pela sua liberdade.

Então que saímos de lá pensando, eu e o Jean, sobre como seria o mundo se o corpo deixasse de ser visto como um objeto. Não que estivéssemos confabulando o nudismo ao redor do mundo, sem limites e áreas reservadas. Nada disso. Apenas imaginamos um lugar onde as pessoas pudessem se vestir de um jeito que se sentissem mais à vontade, sem serem julgadas por isso.

Essa é a ideia, entende?

Nesse sentido, seria possível, por exemplo, mulheres andarem com micro roupas durante o verão escaldante daqui, assim como homens andam sem camisas, livres da preocupação em serem consideradas ou não ‘piriguetes’. Assim, aquelas cantadas desagradáveis, assobios irritantes e homens babando pelas pernas e decotes não existiriam. Imaginem, que maravilha?

A lista de benefícios do ‘corpo não objeto’ me parece infinita. O problema é que seria necessário começar a humanidade de novo, tendo em vista as opiniões opostas a esta ideia. Ainda assim, algo me diz que já estamos em um caminho, mesmo que restem milhares de pedras e tropeços.

Felizmente, existem algumas Tambabas pelo Brasil. Dessa forma, se bater aquela saudade da liberdade, o negócio é fugir para estas praias, sem medo de ser feliz.

Ativismo de sofá, humor e preconceito

Editora – Priscila Martz

O ativismo de sofá é atacado e criticado em qualquer oportunidade, pois algumas pessoas consideram o ato fútil e desnecessário. Por mais que possa não parecer relevante para quem o critica, é o começo. A gente começa uma mudança aos poucos, no dia-a-dia, em pequenas atitudes e pensamentos. Só depois é que surgem grandes manifestações e intervenções. Na pior das hipóteses, essa movimentação leva a conscientização das pessoas, então, qual o motivo para tantas críticas e incômodos? Já diria David Hayward: “quando você chama a atenção para abusos que se tornaram normais, tolerados e até mesmo esperados, é você quem vai levar a culpa por ter perturbado a paz”.

Antes que você me pergunte, eu acho sim que abaixo-assinados e compartilhamento de fotos em forma de protesto vão mudar o mundo. Eu acho que isso vai te mostrar que não gosto do seu preconceito, que não sou condizente com violência de gênero, que não tolero influêcia religiosa em um país laico e que não aceito o padrão machista de uma sociedade patriarca.

Existem alguns comentários típicos sobre esse assunto, como: “ao invés de estar lutando pelas pessoas que passam fome e pela corrupção, estão lutando por direitos que já existem! Elas já podem trabalhar e votar, o que mais querem?” Colega, cada um luta por sua causa. O feminismo procura a igualdade de direitos para todos, inclusive para as minorias, consequentemente, pelos direitos óbvios de qualquer ser humano. Você sabia que a licença paternidade é obra das cruéis feminazis?

Os argumentos começam a melhorar (ou não) quando falam sobre a mulher não desejar direitos iguais de trabalhar como mestre de obra ou não se alistarem para o exército. Vocês não gostam de servir ao exército? Que tal se movimentar e lutar pelo direito da não obrigatoriedade de alistamento?

Tem também quem nos mande lavar uma louça. Já lavei, sequei e guardei, e ainda continuo com os mesmos pensamentos. E agora?

Voltando ao assunto do sofá, as redes sociais possuem uma enorme quantidade de usuários e interação, por isso, um manifesto ou um simples abaixo-assinado tem grande repercussão (boa ou ruim). Ao entrar hoje no Facebook, tive uma grande e ótima notícia: a MTV cancelou seu contrato com o blog Testosterona.

Um blog com mais de 234 mil seguidores foi afetado por esse ativismo. Será que realmente não funciona? Você pode me achar chata e sem o que fazer para implicar com um simples site. O problema é que simples sites ditam modas que influenciam desde o modo de falar até o de pensar. Um blog misógino só reforça a essência da sociedade machista em que estamos.

Eu tenho muito senso de humor, mas pra coisas que tenham graça. Hoje, nos deparamos com o tal humor de stand-ups, com propagandas de grandes marcas que querem ser “descoladas”, sempre sendo machistas, como grande parte das fabricantes de cerveja e de produtos de limpeza, Marisa, Havaianas, Nesfit, Prudence, Axe, etc.

Algumas até respondem aos manifestos, pedindo desculpas e mostrando que realmente se importam com o que seus clientes ou clientes em potencial pensam. Outras, como a Nova Schin e Axe, não possuem o mínimo empenho em demonstrar qualquer interesse em incômodos gerados por suas propagandas, afinal, o foco de seus produtos são apenas homens, né? Não, não é. Uma marca não vende somente um material físico e palpável, vende também ideias e conceitos.

E um recado para marcas e humoristas: propagandas e piadas sexistas também são violência de gênero, e nós, ativistas de sofá, estamos de olho!

Quem quer morar na Índia?

Editora Responsável: Roberta Rodrigues

Em uma onda constante de violência contra a mulher, um caso recente acontecido na Índia está repercutindo mundialmente. Uma estudante de medicina de 23 anos morreu devido a um estupro cometido por seis homens em um ônibus. Além da barbaridade do fato, existe um problema maior: esse é apenas um número entre os 24 mil casos anuais registrados no país.

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A Índia é o pior lugar para o sexo feminino viver, mas, em contrapartida, existem diversas cadeiras da política ocupadas por mulheres. Nesse sentido, a religião pode ser um fator agravante, ainda mais se considerarmos que é comum em inúmeras religiões a condenação da mulher a ser submissa, inferior e sem poder de palavra. Há quem diga, até mesmo, que nem alma possuem.

Já dizia a bíblia: “Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da Igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo”.  Mesmo possuindo credos diferentes do Cristianismo, sua estrutura patriarcal é a mesma, porém, mais arcaica. Um dado que prova isso é o número de mulheres mortas por queimaduras, na maioria dos casos, referentes ao pagamento dos dotes matrimoniais.

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Outro fator agravante da violência é o descaso das autoridades. O governo promete leis mais rigorosas para a proteção de suas mulheres, mas nada acontece. Eis que pergunto: o que se espera de uma bancada em que seis deputados são acusados de estupro?

Levando em consideração que a Índia é o segundo país mais populoso do mundo e sétimo em território, esses dados são alarmantes. Uma das atitudes de combate a esse tipo de violência é publicar nomes, fotos e endereços de estupradores na internet para “envergonhá-los” publicamente. Isso, se condenado e, levando em consideração a negligencia da polícia e do sistema judiciário indiano, não é nada animador.

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O que difere um homem de uma mulher é sua estrutura fisiológica, mas o que promove a desigualdade de gênero é a hipocrisia e a lógica machista. Então, caso você não seja muito rica ou do sexo masculino, sugiro que não vá morar na Índia.

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Saindo do continente asiático e voltando para o Brasil, não é necessário uma pesquisa de 5 minutos para encontrar notícias como: “Bispo sugere que mulheres só são estupradas quando querem” ou “Padre acusa mulheres de serem culpadas por estupros”. Se os próprios religiosos, pessoas que influenciam massas e estão no topo da cadeia hierárquica do mundo proferem ideologias como essas, imagine quem já possui tendências históricas e pessoais a ser machista? Mas, Vossa Santidade, não queria que eu aceite argumentos do tipo: teve uma vida promiscua, por isso foi estuprada; estupro é desculpa para abortar; as mulheres com roupas justas se afastam da vida virtuosa e da família e provocam os piores instintos dos homens; as mulheres estão se tornando cada vez mais arrogantes e autosuficientes, e, esse é um agravante para a violência sexual.

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Em uma realidade onde notícias como a da estudante que se jogou de um prédio por causa de um estupro realizado por colegas de trabalho em uma confraternização, estupros coletivos, violência, ignorância, incompetência, negligencia são tão comuns, me deixa triste saber que todo um país é governado por um livro escrito em hebraico e traduzido de qualquer forma por infinitas pessoas nos últimos dois mil anos, e não pela constituição. Ninguém precisa que um livro lhe diga como ser bom ou ruim, até uma criança consegue discernir o bem do mal, a diferença é que elas não conseguem diferenciar o certo do errado, o que um adulto com o poder de discernimento possui total capacidade. A Índia pode ser o pior país para se morar, mas não precisa ir tão longe assim para ser ruim.

Top Desaventuras de 2012

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Parece que foi ontem que nosso Desaventuras Femininas saiu do seu ovinho e veio brilhar na vida de nós mafagafas. Claro, nem tudo é feito de rosas nessa nossa comunidade de mafagafinhas. Foram várias conversas sobre os posts, o que deveria ou não ser escrito, entrada e saída de mocinhas e claro muita pegação no pé daquelas que eram mais desligadas e esqueciam os dead lines, em conseqüência o post.

Mas isso é normal, são detalhes que ficam por trás da cortina do espetáculo e vocês Desaventurados não sabem que acontece. Só confesso nesse momento que dá um trabalhão gigantesco para colocar o que acreditamos ser melhor para vocês desfrutarem. Afinal, sabemos que nosso público é muito exigente e tem um gosto daqueles bem críticos e até mesmo “venenoso”. Por isso os adoramoooos! *-*

Chega de espera e vamos as escolhas dos melhores posts de 2012:

– O primeiro em escolha foi o Sexunga, o único post que temos sobre sexo, sim literalmente destacamos o que nossas mafagafas não curtem na hora da pegação.

– Já a segunda escolha foi o Femme Fatale: Personagens marcantes na história do cinema, o qual fala sobre as mulheres mais fatais do cinema, essa escolha foi por ele ser o Primeiro Post do Desaventuras, ou seja, ele é bem especial para as idealizadoras, já que é o inicio de tudo.

– O terceiro no coração é o Modificação Corporal e o Mercado de Trabalho,ele conta inclusive a opinião e um pouco da história daquelas mafagafas que tem modificações corporais e trabalham com isso e como foi a situação em entrevistas e tudo mais.

– Quarto na nossa colocação é o Aumento Abusivo das Tarifas no Transporte Público, essa escolha mostra que nós mafagafas também estamos ativas nas questões de nossa cidade. Afinal somos como todos e também utilizamos o transporte público de Foz, que está péssimo e mais caro do que em muitas capitais do Brasil.

-O quinto colocado conta é aquele que mostra a interação entre as culturas em nossa cidade, o qual demos um pouco de espaço para que amigos pudessem falar sobre como e ser árabe em Foz e ver as constantes batalhas no solo palestino, O outro Lado da História, contou com a colaboração de um broto e uma mafagafa escolhidos a dedo para nos falar sobre isso.

E um bônus especial de dois posts ligados:
#ViradaCultural tira Mafagafas de casa, o qual contamos o lado bom e o ruim de termos dois dias destinados a cultura em Foz do Iguaçu. Esse post conta com foto de uma Mafagafa dando uma de grupie!

Fui ao show da Lady Gaga e só Deus pode me julgar! Esse conta as desaventuras de uma mafagafa na ponte aérea e também na cidade grande sozinha.

Os posts que estão no nosso top top (Olha a MTV ai gente) foram uma mistura de consulta aos leitores amigos e aos colaboradores, vulgo brotos e mafagafas que integram a “família desaventurada”. Caso você tenha outra preferência, solte seu veneno e nos conte ai.

O fim de ano e suas tradições

Editora Responsável: Roberta Rodrigues

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Para o Natal não pode faltar o famoso peru. Já para o Réveillon nada que cisque para trás para não “dar ré” na vida. Trajes com cores que tragam boas energias, champanhe, superstições, comida (muita comida), alegria, brindes, fogos, contagem regressiva e por aí vai. Mas isso tudo é realmente necessário?

A razão pela qual as festas de fim de ano funcionam é o simples fato de que o ser humano, após ter trabalhado o ano inteiro na busca por aperfeiçoar ou obter melhoras em sua vida, acaba extravasando nos dias em que lhe é concedida essa liberdade que se esconde por trás de nomes bonitos. É a forma que o indivíduo encontra para expor seus sentimentos, sendo eles positivos ou negativos, e purificar a mente para, após a ressaca, prepará-la novamente para mais um ano de muito trabalho pelo seu sustento.

Os artefatos combinados a essa libertação, como trajes (que na maioria das vezes são adquiridos apenas para as datas festivas), comilança, bebidas tidas como extravagantes, entre outros são meras ideias implantadas pelo sistema publicitário para fazer com que o consumo destes produtos se eleve garantindo lucros. Pois bem, parece mesmo que a publicidade já vem comandando o planeta a cerca de séculos, não?!

Mas se você deseja ser feliz e, ao mesmo tempo, fugir dela neste tão esperado fim de ano é fácil. Basta não adquirir nada mais do que você realmente precise, unir com sonhos e metas que queira conquistar no próximo ano, estar próximo a pessoas que te façam bem, elevar seu lado positivo e voilá! Sua virada de ano será próspera e repleta de felicidade, pois o que realmente importa neste dia é o seu estado de espírito.

A todos(as) um 2013 furtivo de graças e energias positivas!