Devaneios do fim de ano

Editora Responsável: Roberta Rodrigues

psicodália

Hoje é um o primeiro dia do ano de 2013 e eu estou aqui, sem dor de cabeça ou ressaca moral. Escrevo diretamente do Festival Cultural Psicodália só para contar que esse foi de longe um dos piores anos da minha vida e por outro lado foi o que eu mais curti. Isso porque eu aprendi que – por mais clichê que pareça – é preciso pensar e andar distinto para conseguir resultados diferentes.

Esse ano eu conheci algumas pessoas e me aproximei de outras tantas. E esse é o momento em que eu agradeço por me fazerem acreditar na possibilidade de um mundo melhor.

  • Aos rapazes que guardaram as nossas malas, quando as perdemos.
  • Ao “loco” que devolveu meu cartão.
  • Às pessoas que conviveram por mais de 6 dias com frio e chuva e não brigaram.
  • Aos que dividiram o pão e a carne e, sobretudo a cerveja.
  • Às minhas amigas feministas que me entendem e dão suporte, mesmo quando eu falho.
  • Aos meus amigos de modo geral, que me ensinaram durante o ano todo a ser uma pessoa melhor.

Por último nada melhor do que fechar com o ensinamento do sempre mestre Hermeto Pascoal, “nunca é tarde para começar a fazer o que se gosta”. Então, bora lá gente, ninguém aqui tem permissão para ser triste. Ou melhor, transforme a tristeza, quando ela aparecer em poemas, músicas e qualquer coisa que toque o coração. A propósito, no próximo capítulo falaremos sobre como sobreviver ao fim do mundo, ao fim do ano e ao fim do mês.