Então o fim…

domo natal

O Natal mal passou e todos já começam a se preparar para o Ano Novo. As promessas começam a ser pensadas, planos a serem feitos, sonhos idealizados, expectativas e claro toda a organização para as festas. Qual roupa usar? Qual sapato? Acessórios, aonde ir? O que fazer? E tudo mais o que vem… Quando a virada do ano acontece começam então as “simpatias”, comer sete romãs, sete uvas e guardas as sementes para jogar para trás, pular sete ondinhas, comer lentilha, ascender velas, encher a carteira com louros e muitas outras.

Claro, além da expectativa para o início do próximo ano, vemos as lojas lotadas com aqueles que precisam trocar os presentes. Alguns não serviram, outros não gostaram do presente, outros não gostam de algum detalhe. Outros lugares que vemos lotados são as rodoviárias e os aeroportos, tantas pessoas querendo correr contra o tempo para comemorar ao lado da família ou daqueles que moram longe.

Em algumas cidades os hotéis também estão lotados, afinal, que data melhor para se conhecer um lugar do que o Reveillon? É… Uma boa parte da população acha que essa é a melhor data para viajar e curtir um novo lugar.

Mas além dessas experiências todas tenho que ser realista e dizer que essa época do ano é mesmo mágica. Principalmente se voltar ao tempo em que era uma pequena mafagafa. Esperava o ano todo só pelo Natal e pelo Ano Novo. A família inteira reunida, amigos em casa, a contagem regressiva para distribuir os presentes, pro Papai Noel chegar… E na virada do ano, que aquele último minuto era mágico… Como uma máquina do Tempo que trazia o futuro. Os fogos pareciam ser feitos de mágica. Como era gostoso abrir os presentes e ficar o dia todo brincando com eles. Já primeiro dia do ano era aquela delicia acordar cedo e sair pedindo a tal das “Boas Festas” e comprar tudo em balas…

E agora depois de virar “gente grande”, o que fazer nessas datas? A magia se perdeu? A graça, os presentes e as Boas Festas? É tudo mudou inclusive as tradições, mas nem por isso deixo de curtir ao meu modo esses dias.  Escutei uma prima dizer que sente saudades de ser criança e poder sentir o cheirinho do brinquedo novo e de esquecer o tempo brincando com as besteiras que ganhou. Também ouvi aqueles que diziam que ser criança nessa época é mais divertido que ser adulto, afinal não tem que ficar atento aos papos de adultos que eram chatos.

Pessoalmente acredito que cada idade tem o seu lado bom e o seu ruim, cabe a cada um ver os pequenos detalhes que são oferecidos e que passam despercebidos. Por isso aproveite as férias ou os dias de folga por causa do fim do ano.

Da pra entender ou “tá” dificil?!

Editora Responsável: Roberta Rodrigues

Chegou a hora de desabafar, sim de literalmente desabafar de tudo e com todos. Nos últimos meses, semanas e dias a vida tem se transformado num turbilhão de sensações e momentos. Nem sempre bons e nem sempre ruins, porém o fato é que eles existem. No teor da vontade, falta a coragem… Explico:

Existe indivíduo para pensar, agir, falar, amar, cuidar, proteger, sonhar, decidir, argumentar… (entre tantos outros verbos), mais do que a mulher?! A fase, portanto é: descobrir o que quero, como e por quê. Difícil entender esse texto, sendo que nem eu mesma compreendo as funções dessas palavras. Palavras e frases que estão se formando aos poucos, e retratando de mim aquilo que confusamente estou sentido. Se a mulher é feita de “estado de espírito”, acredito que o meu, neste momento é o mais confuso que possa existir.

Respiro, conto até 10… Tento pensar. Sim, eu tento. Porque nem pensar nos últimos dias tem sido fácil. Te pergunto: Você já quis tudo e ao mesmo tempo não quis nada? (se sua resposta for sim, fico aliviada de não ser a única). Nesses dias em que situações sem sentido tem me perturbado, eu estou entrando em parafuso. Sim, somos complicadas e indecifráveis. Mas, acredite, estou bem mais do que o comum.

Ontem, pela manhã cai na besteira de perguntar ao meu marido – “Qual sandália devo usar?” As opções eram: uma verde e uma rosa. Definitivamente, pra que eu fui perguntar? Ele respondeu: vá com a rosa, ela é nova não é?! – Pronto! Essa resposta foi o bastante para que a minha vontade fosse a de NÃO usar a bendita sandália. E tudo porque a nova era a verde, mas, ele na sua atenção primária, nem se quer se deu conta. Sim, uma situação absurdamente comum e tonta, mas que no “disparo de sensações” que estou vivendo, se tornou a catástrofe do ano.

Exagerada?! Eu, sim sou sim. E deve ter mais um monte de mulheres igual a mim. Mas, relaxe… Não sou assim sempre. A culpa desse egocentrismo, dessa confusão e disparo tem nome e sobre nome, TFA – Tensão fim de Ano…

…Mas, isso eu deixo para explicar numa próxima oportunidade!

*Daryanne Cintra é estudante de jornalismo, e para enfrentar a TFA tem se deleitado numa série de filmes românticos e antigos, começando por Dirty Dancing.