Qual é?

Bela mensagem Ensine os homens a respeitar. Não as mulheres a temer

O que anda acontecendo com os homens desse mundo? Será que falar mentiras quando conhece alguém é a forma para tentar “pegar”? Não somos um objeto, somos seres humanos como eles e temos sentimentos. Na primeira noite o cara não deve forçar a menina a dar um beijo sequer, ou falar que é o porto seguro dela sem ela saber e que os dois terão uma noite incrível de sexo se ela nem está disposta a um beijo. Onde foi parar o cavalheirismo?

Enquanto uns inventam mentiras outros acham um absurdo quando a menina tem o domínio do próprio corpo e quer ter uma relação não séria, apenas para manter algo saudável e tranquilo, sem pressões, sem obrigações. Daquelas em que você chama a pessoa pra ver um filme e se depois surgir à vontade de algo mais ok, mas se não o que valeu foi apenas a companhia da pessoa.

Ou será que aquele cara que fala que está com outra mulher, mas que sente tesão por outra e quer de toda forma “comer” a menina porque os hormônios estão a flor da pele é tão incompreensível com os sentimentos de quem está com ele? Fica tendo casinhos pela internet enquanto a sua menina acredita que ele é o tipo de cara certo, cavalheiro, romântico. Pra que tanta hipocrisia?

É claro que a mulher que se dispõe a esse tipo de situação tem total liberdade de fazer isso e decidir por si se aceita essas propostas ou não. Mas o que me indigna é a cara de pau de querer se fazer de santo e de julgar as mulheres por seus atos se eles fazem o contrário daquilo que pregam.

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Marcha De La Mujer Latino Americana, Foz do Iguaçu, 08/03/2013

No dia 08 de março deste ano participei da Marcha De La Mujer Latino Americana aqui em Foz. E a sensação de estar na rua gritando que somos mulheres e não mercadoria, que merecemos respeito independente da roupa que queremos usar, foi libertador. Eu como mulher acho que devo tratar o próximo com respeito e espero o mesmo. E é exatamente por isso que todas espécimes e brotos que foram estavam na rua gritando e protestando. Pela igualdade em todos os sentidos, pela falta de respeito que a sociedade tem com o “sexo frágil”. Só que foram as nossas ancestrais que foram queimadas em uma indústria por querer seus direitos, foram elas que queimaram o sutiã e lutaram pelo anticoncepcional e o direito de fazer o que bem entender. São essas pessoas ditas como frágeis, chatas e sensíveis que conseguem andar num salto alto o dia todo, trabalhar, fazer depilação, aguentar a cólica todo mês, cuidar dos filhos e mais um milhão de coisas ao mesmo tempo.

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Marcha de La Mujer Latino Americana, Passando pela Avenida Brasil em Foz do Iguaçu

Na real os homens é que são frágeis perto de nós e o pior ainda é que com essa revolução feminina, nós conseguimos progredir, enquanto vocês queridos homens, só regrediram! E o pior de tudo é que a sociedade é tão hipócrita que se diz anti a ação machista, mas vejam só as três histórias que contei no começo deste texto. Um cara disse mentiras e no final tentou agarrar a menina a força, o outro falou que era conservador de mais pra outra menina e o último queria que a menina fosse o caso de sexo dele enquanto a atual rolo/ficante/namorada dele não transa com ele.

Só uma coisa pra finalizar: “A nossa luta é todos os dias, somos mulheres e não mercadorias!”

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Cartaz representando um dos versos cantados durante a marcha

No ninho de mafagafos

Há um tempo tenho morado em um “ninho de mafagafos”. Nessa minha pequena folga tenho estudado os hábitos de um dos espécimes que… não me surpreendeu em nada. Esta criatura tem hábitos vespertinos, pois não acorda antes do sol atingir o ápice no céu que está acima de nós. Antes do fim da noite, porém, já está na cama preparando-se para dormir novamente. Este ser, tão interessante, vive com seu Iphone na mão e seu notebook rosa no colo. “Trabalha” o tempo todo.

O espécime em questão é, deveras, sedentário. Seus hábitos resumem-se em dormir, comer e andar (de carro). Com muito esforço, tem cozinhado nos últimos dias e, após panquecas, pizzas no pão sírio e um picadinho, já se sente apto a casar-se e desenvolver um relacionamento monogâmico de longo prazo com compromisso selado por um juiz de paz.

Entretanto, a tal mafagafa ficou sem palavras ao ser colocada em cheque dentro de uma joalheria – situação essa, em que foi questionada sobre qual aliança mais lhe agradaria. Nessa hora foi possível ver, pela primeira vez, a mafagafa encolhida, cabeça e olhos baixos. Suas mãos esfriaram e sua voz tornou-se tímida e trêmula.

Tirando sua natureza mimada, seu jeito meio patricinha, meio nerd poser e meio “sei lá o que”, o espécime também tem momentos de carinho – mesmo apesar de seu humor mudar tanto quanto o clima em Foz do Iguaçu (atual cidade de residência deste animal carnívoro que se recusa a comer, até mesmo, a salada no meu delicioso Big Tasty).

Após alguns dias na filial da mafagafa e, com problemas diários para acordá-la (passando por diversas tentativas frustradas), tive de preparar-me para enfrentar uma estrada rumo a perigos, ainda maiores: uma família inteira de mafagafos. No caminho, o mafagafo alfa, como sempre, tornou-me o alvo de suas piadas (sinal de que houve a minha aceitação no bando).

Após horas de viagem chegamos ao “ninho”, onde pude encontrar uma família inteira da espécie. Logo de cara, notei o costume das fêmeas em engordar os machos do grupo que, por sua vez, comem sem hesitar – comida muito boa, por sinal. O bando se mostrou muito unido e com uma característica em particular: qualquer um vira alvo de piadas, a qualquer momento. Obviamente, o alvo sempre sou eu.

O natal está a algumas horas de distância e já estou ciente de que terei de enfrentar todos os espécimes da família na noite de hoje. Posso dizer que o risco não é tão grande quanto pensei que seria, mas a experiência está sendo interessante. Posso dizer também que gostei da cidade de Serrana/Ribeirão Preto e, é claro, do ninho. Todos se mostraram simpáticos, apesar do fato de que, aqui, a mafagafa analisada no primeiro momento mostrar-se ainda mais mandona e mimada do que de costume – inclusive, aproveito para deixar claro que fui proibido de comer enquanto não terminasse esse texto.

Com esse relato, me despeço de todos e, assim, continuo minha jornada no ninho de mafagafos.

Atenciosamente: Akauã Almeida, vulgo “Padawan” ou nega do subaco cabeludo.

Parcerias – “Uma Jornada Inesperada”

Editora Responsável: Ana Carolina Meller

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Em uma época distante, em que os humanos não eram os únicos habitantes da chamada Terra Média, um corajoso hobbit assume o compromisso de ajudar seus amigos anões a retomar a posse de todo um reino. Lutando contra orcs, goblins, dragões e feiticeiros, eles embarcam em uma jornada capaz de mudar a história, não só desses aventureiros, mas de toda a Terra Média.

Apresentando – superficialmente – o que acontece na trama do consagrado escritor J.R.R. Tolkien, chamo a atenção para mais um sucesso na mesma linha do épico “Senhor dos Anéis”.

Anunciado em 2011, o filme “O Hobbit, uma jornada inesperada” deixou, não apenas os admirados de Tolkien, mas todos aqueles que adoram o universo geek/nerd, loucos para que dezembro de 2012 chegasse o mais rápido possível. O lançamento do primeiro trailer, por exemplo, foi marcado por uma enxurrada de comentários em sites especializados e nas redes sociais. Já no meu caso, pude presenciar amigos falando que se “arrepiaram”, outros com os olhos cheios de lágrimas e um departamento de redação inteiro em volta de um computador para ver o tal trailer (Quanto amor! <3).

E agora José? Agora, esse tão esperado dia está chegando! \o/

Pois é, minhas queridas Desaventuradas e Brotos de Foz do Iguaçu. Nossa cidade vai ser palco de uma sessãozinha especial de “O Hobbit” – para quem não aguenta mais a espera. Quer saber mais detalhes? Calma aí que eu já conto…

O evento acontecerá na noite do dia 14/12 para o dia 15/12, ás 00h30min lá no cinema do Iguassu Boulevard (Uhuul, Foz do Iguaçuuuuuuu!). A exibição do filme será em 3D, na sala 3.

Para assistir, será necessário comprar a entrada antecipadamente , até o dia 12/12. Os ingressos começam a ser vendidos na bilheteria do Boulevard a partir desta sexta-feira (07/12) por R$ 19,00.

E se você é como eu e, além de garantir a sua presença, quer acompanhar outros detalhes e novidades sobre o evento, aproveite que a galera do Anime Foz (Sim, foram esses lindos, em parceria com a equipe do Boulevard, que idealizaram o evento) criou uma página no Facebook  e fique por dentro de tudo!

O pessoal do Anime Foz também informou que, com a entrada, a pessoa ganha um pacote de pipoca + um refrigerante e, de quebra, participa do sorteio de brindes, sendo um livro ilustrado de “O Hobbit” e entradas para outras sessões (EU QUERO UM, PELO MENOS!).

É válido ressaltar ainda que menores de 16 anos devem ir acompanhados de um responsável!

O Desaventuras Femininas estará presente no evento cobrindo a pré-estreia, tirando fotos do pessoal (principalmente quem for de Cosplay!) e comentando tudo pelo Twitter e Facebook. Nos encontramos lá!

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Sobre o filme

“O Hobbit, uma jornada inesperada” será o primeiro filme de uma trilogia. A trama será dirigida pelo maravilhoso/perfeito/fodástico Peter Jackson e contará a primeira parte da história de Bilbo, mais conhecido por ser “o tio do Frodo”.

O filme irá mostrar a saída de Bilbo, juntamente com Gandalf, em busca dos pertences de 13 guardiões anões, roubados pelo dragão Smaug. É nessa história que eles encontram o anel que, na sequência, seria o responsável pela criação da “Sociedade do Anel” e todo o enredo da trilogia do “Senhor dos Anéis”.

Os outros dois filmes (“A Desolação de Smaug” e “Lá e de Volta Outra Vez”) estão previstos para estrear, respectivamente, em 13 de dezembro de 2013 e 18 de julho de 2014.

O que será que podemos esperar dessa franquia, hein? Não sei, mas posso afirmar que estou louca para ter um gostinho com o primeiro filme.

Para finalizar, deixo vocês com o trailer de “O Hobbit, uma jornada inesperada”, para aumentar as expectativas/vontades/insanidades de todos.

Aumentos abusivos das tarifas no transporte público

Editora Responsável: Roberta Rodrigues
Texto Por: Alice Maneschy, Mirian Carla Barbosa e Priscila Martz

Na cidade de Foz do Iguaçu, os moradores e visitantes são surpreendidos constantemente com aumentos abusivos nas tarifas de pagamento, os valores são inesperados, já que não condizem com a qualidade do serviço prestado. O mesmo acontece por todo o Brasil, mas na cidade do Paraná já está ultrapasasndo todos os limites, já que o Consórcio Sorriso, responsável pelo transporte público, monopolizou tudo.

As mafagafas do blog compartilham da mesma indignação dos demais. Então, elas foram atrás alguns depoimentos para ajudar na manifestação contra o aumento das tarifas que está rolando por aí. Convidamos nossos leitores a deixarem sua opinião e se fazer crescer esse coro também.

Créditos da imagem: Click Foz

Julia Tezza, uma de nossas leitoras, nos deu o seguinte depoimento:

Utilizo o transporte público de segunda à sexta para poder me locomover de minha casa até meu trabalho. Tu sais de casa super cedo, morrendo de sono, vai até o ponto, chega sempre um pouco antes do horário que está escrito na tabela da Foztrans para não correr o risco de perder o ônibus, mas normalmente espera mais de meia hora para ele passar. Quando finalmente chega está lotado, sem lugar para sentar e se locomover dentro do ônibus. Simplesmente abarrotam as pessoas nos ônibus aqui em Foz e pronto, não interessa se tu pagas um absurdo de caro por um serviço mal prestado, tu não tens outra opção. No meu caso e no caso de muitos outros moradores é essa a dura realidade visto que fica inviável ir a pé até o trabalho. Como se não bastasse (e nunca irá bastar) ainda vão aumentar essa tarifa. É uma puta sacanagem, sendo bem franca. Realmente coisas como esta me fazem ter menos “fé” na cidade e nas pessoas que a administram.

Já Priscila Martz uma de nossas idealizadoras registra:

As tarifas, reajustadas mais de uma vez anualmente, nos obrigam a pagar valores como R$ 2,32 no cartão único e R$ 2,65 em dinheiro, que agora mudaram para R$ 2,60 e R$ 2,95 respectivamente. Valores em dinheiro “picados” deveriam ser proibidos no transporte público, no mercado e em qualquer lugar do planeta terra. Além de dificultar a vida dos usuários, que precisam encontrar uma moeda de cinco centavos a qualquer custo para evitar o troco, afinal nem sempre se tem três reais certos na bolsa, ainda precisam ouvir cobradores reclamando de notas de dez ou vinte reais. O ideal seria se todo mundo chegasse ao ônibus com notas de vinte reais, assim eles se tocariam. É regra que se não houver troco, a catraca é liberada de graça. Outra falta de respeito é a diferença de cobrança para cartão ou dinheiro. Mas, é lógico que o Foztrans deve ganhar algo bem valioso para querer obrigar todo mundo a ter cartão único, baixando o preço para tal. Sabe do que trata? Desta forma, eles poderão demitir todos os cobradores e lucrar com os seus salários. O povo acha que está fazendo um bom negócio ainda.

Por fim, temos o motivo de tantos reajustes: segundo eles, a alta da gasolina. Só que não se tocam que nas cidades grandes as sardinhas são refrescadas com ar-condicionado, aqui nem ventilador tem, mas que justifica a alta das tarifas. Se a ideia chega até Foz, o usuário vai pagar cinco reais pra usufruir o recurso? Os moto-taxistas irão comemorar a sua sorte.

Os próprios moradores da cidade se perdem com tantas mudanças de rotas e horários, além da retirada de linhas e inserção de novas, tudo sem aviso prévio, somente no site do Foztrans, o qual nem todos possuem acesso. Então, pra quem é turista, a situação é ainda pior. Além de não existir informações nos pontos e no TTU, os cobradores não tiram as dúvidas deles e ainda são mal educados. O pior que a culpa não é deles. Se não agirem desta forma, são demitidos injustamente e sem motivos aparentes por justa causa. Isso acontece quase que diariamente nos bastidores do Consórcio Sorriso. Já ouvi um relato de uma pessoa que procurava Copacabana e fizeram uma piada do tipo: ah, ele está procurando a praia de Copacabana. Nestas alturas, a pessoa já devia estar do outro lado da cidade após ter pegado a linha errada. É uma falta de respeito e outras cenas devem ocorrer todos os dias longe dos nossos olhos, pois sempre há turistas hospedados em hostels ou pousadas perto do TTU. Sem contar que os pontos da Avenida das Cataratas podem confundi-los após a saída das Cataratas e do Parque das Aves: existe um ponto de ônibus sem a figura do ponto, ou seja, a casinha que identifica o ponto como ponto.

Já aconteceu também de uma pessoa sentada nos fundos do ônibus, no trajeto Guarapuava/ São Roque, sofrer uma quebra de bacia por causa da alta velocidade do veículo. Outra pessoa teve seus pertences derrubados no chão porque fecharam a porta da linha 1º de Maio na cara das pessoas que estavam descendo. Isso é muito comum em ônibus vazios e horários noturnos. Eu mesma já me ouvi relatos sobre isso no centro, na Vila Yolanda, no Três Bandeiras, no Parque Nacional e na Vila A, mas nunca havia chegado a esses níveis. Sem contar que na linha Morumbi, os motoristas nunca esperam todos na fila entrarem porque atrasa o itinerário, segundo resposta de um deles. Já teve o caso de ônibus ultrapassando carros na pista na Vila Yolanda e no Porto Belo, ocasionando acidentes, além de outro ônibus do Porto Meira chegando em alta velocidade ao sinal de trânsito da Vila Yolanda ao ponto de bater em um caminhão aguardando o verde abrir.

Temos a opção interbairros com horários decorados por quem precisa utilizá-lo. O problema é que os ônibus passam antes do horário previsto e ninguém fica sabendo, questão de vinte minutos, dez minutos antes. Deveriam implantar um sistema ou aplicativo que avisasse a localização do ônibus que você precisa. O que já foi inventado em Curitiba, só não sabe por que não estão utilizando ainda.

Já na Vila A e no Lancaster, as pessoas chegam a ficar até duas horas plantadas no ponto aguardando qualquer transporte público aparecer. Tudo isso nos finais de semana. Tem gente que trabalha aos sábados e domingos, sabiam? Além disso, na vila universitária, os estudantes precisam abandonar suas classes para correr atrás do ônibus muito tempo antes do horário marcado, para não correrem o risco de perder a chance de ir pra casa. Os ônibus exclusivamente universitários são tirados de circulação e por ora voltam, por ora são tirados novamente. Tudo porque se as pessoas não ficarem comprimidas como sardinhas no transporte, a Foztrans não vai lucrar com o ônibus circulando.

Por fim o trajeto mais caótico de Foz do Iguaçu: República Argentina x centro e vice-versa. Não sei se é verdade, mas dizem que os conjuntos de bairros ao seu entorno “formam” 1/3 da população da cidade. Mesmo que não seja esse dado exato, pode ter certeza que uma boa e relevante porcentagem dos habitantes mora no bairro Morumbi. Para abastecer a demanda, são disponibilizadas as linhas Morumbi e 1º de Maio, lotadas a qualquer hora do dia. Isso significa exatamente que: os ônibus lotam ao passar por todos os bairros da região do Morumbi e já chegam lotados até a República Argentina. Os trabalhadores e estudantes saem mais cedo de casa para garantir a sua vaga como sardinha na lata, mas os ônibus passam direto do ponto, sem abrir as portas, porque não existem condições de outras pessoas entrarem se não houver ninguém saindo. Logo, essas mesmas pessoas chegam atrasadas constantemente ao seu trabalho, colégio ou faculdade. Se elas aguardam os próximos ônibus, além de chegarem ainda mais atrasadas, podem correr o risco de não conseguirem entrar neles também. A solução é sair muito mais cedo de casa e ficar mofando na frente da empresa até alguém chegar, o que não é justo para ninguém. Uma vez criaram a linha Morumbi via Avenida Costa e Silva para atender a demanda do bairro e a linha Copacabana para atender a demanda da República Argentina, mas sumiram com tudo sem explicação. Agora temos que pagar mais caro na passagem e permanecermos sem qualquer vantagem que justifique isso?

E a Alice Maneschy relata que…

Os ônibus em Foz do Iguaçu possuem horários insanos, as linhas que passam pelos bairros têm horário de saída do terminal com intervalos de 1 ou 2 minutos – ou seja, se você perde um, perde todos e tem que esperar mais 45 minutos até embarcar em um ônibus lotado – os percursos são muito limitados a uma área da cidade e, pelo amor de Deus, quem coloca um micro-ônibus para rodar nos horários de pico? Ah, sim, aqui em Foz é assim.

”Eu morava em Belém do Pará, uma das cidades menos preparadas para receber o fluxo de automóveis que já conheci. Porém, mesmo lá havia uma certa organização e respeito com os usuários do transporte público, tanto da parte dos motoristas – que eram, em sua grande maioria, gentis com quem não estava no ponto de ônibus certo, diferente de todas as minhas experiências similares aqui em Foz – quanto com relação aos donos das empresas que forneciam o serviço. Não estou querendo comparar uma capital no Norte e uma cidade de fronteira do Sul, mas vejam bem, o certo seria as coisas serem mais fáceis e tranquilas nas cidades menores, não é mesmo? Não acredito em quem concorda com o aumento da tarifa de ônibus simplesmente por não entender o motivo da mesma estar acontecendo, pois afinal de contas o serviço é para e pela população, diferentemente de um serviço particular. Concordam?”

Você está contente com as novas tarifas? Então registre seu comentário e compartilhe conosco sua opinião, sugestões e críticas.

#ViradaCultural tira mafagafas de casa

O final de semana foi cheio de emoções para as mafagafas de plantão. Teve movimentos artísticos para todos os gostos: uma das espécimes invadiu a cidade de São Paulo e o estádio do Morumbi para ver de perto a Lady Gaga aguardem mais informações, outra foi conferir a Virada Cultural Paraná em Curitiba, enquanto que as demais, impossibilitadas de saírem de Foz do Iguaçu, também tiveram a chance de conferir o mesmo evento, que aconteceu simulteaneamente nestas duas cidades, Maringá, Cianorte e Campo Mourão.

A Banda Mais Bonita da Cidade fecha o primeiro dia

A Secretária de Estado do Paraná, em parceria com as fundações culturais, SESI-PR e do ICAC (Instituto Curitiba de Arte e Cultura), teve um trabalhão para conseguir desenvolver um evento como este, pela primeira vez no Paraná, mas tudo funcionou bem e já se fala em expansão para as próximas edições.

Juca Rodrigues, ator, diretor, produtor cultural, secretário-geral da Fundação Cultural e um dos organizadores, comentou que “espera que este evento seja só o primeiro e que nos próximos anos a #ViradaCultural possa ser estendida aos bairros”. Juca chegou até mesmo a utilizar o bairro Porto Meira como exemplo: “seria interessante utilizar o Parque do Remador para intervenções culturais, até mesmo para atividades em conjunto com os centros de atividades bairro-escola”. Outro local citado foi o canteiro central da Unioeste, que “seria uma forma de aproximar as atividades dos universitários com a comunidade e até mesmo poder mostrar os grandes talentos da região do bairro Cidade Nova e da Vila “C”, finalizou Juca Rodrigues.

As mafagafas que foram prestigiar as apresentações, puderam conferir atividades desenvolvidas com as atrações locais e tiveram a chance de ver bandas conhecidas nacionalmente, como a curitibana A Banda Mais Bonita da Cidade, além do poeta Zeca Baleiro que estava acompanhado da Orquestra à Base de Cordas no último dia do evento.

A Loira sendo abraçada pelo broto de preto é a Giovanna curtindo o clima de romance!

Nossa queridona Giovanna Ritchely falou que achou interessante um evento como este, em que pode ver bandas locais no palco, dando espaço para quem é da cidade e quase nunca tem uma oportunidade como essa. Ela também destacou a intervenção dos cegos, que “chamou a atenção para a falta de acessibilidade que essas pessoas têm”. Sobre as duas grandes atrações que encerraram o primeiro e o segundo dia, Giovanna destacou a clássica música “Oração” que finalizou o show da Banda Mais Bonita da Cidade. No show do Zeca Baleiro,a mafagafa destacou o clima de romance entre os casais ao ouvir as músicas cheias de poemas do cantor. A música que mais gostou foi “Telegrama”, que foi cantada em alto e bom som! Ela também levantou questões sobre a falta de atividades que poderiam prender a galera por mais tempo naquele belo gramado e a carência de atividades culturais com frequência na nossa bela Foz do Iguaçu.

A Alice Maneschy contou pra gente que a cerveja estava quente triste isso aê produção! Loiras geladas pra esse calor, né? e também que a banda do broto dela teve as canções próprias do repertório vetadas por causa de uma atração cover que viria na sequência, mas elogiou o fato de saberem como aproveitar bem o espaço da Praça da Paz, que estava esquecida pela população.

Outra desaventurada que esteve presente foi a Priscila Martz. Ela não gostou do fato de sempre escolherem as mesmas bandas pra tocar em todos os eventos da cidade, acredita que poderiam dar oportunidade para muitos artistas ocultos pela cidade, mas relatou que adorou o clima de amizade da galera, aquela coisa de todo mundo sentado na grama e curtindo o show bem à vontade. Ela também disse ter adorado o fato da cantora Uyara Torrente também ser atriz, já que a jovem curitibana causou a maior emoção no público ao unir a interpretação de cada canção com a sua expressão corporal afiada e decidida. Além disso, a vocalista da Banda Mais Bonita da Cidade soube muito bem como interagir com o público presente no gramado. Ela não soube dizer qual música mais gostou e deixou a nosso dispor escolher uma para ela… Alguém aí quer dizer qual música mais gostou para a Priscila?

Zeca Baleiro e a Orquestra à Base de Cordas finalizam a Virada Cultural com a platéia pedindo bis duas vezes

Também teve a Roberta Rodrigues, que curtiu os dois shows finais e também a Feira Antiquarium no domingo pela manhã. Somente lamentou o fato da feirinha não ter ficado lá durante todo o domingo, “imagina só comer um pastel ao som das bandas?”. Mas, simplesmente adorou conhecer A Banda Mais Bonita da Cidade e destacou a música “Meu Príncipe”. As palavras de Roberta foram:  “ela mostra que toda mulher gosta sim de um conto de fadas, só que um pouco diferente, já que na letra a vocalista fala sobre príncipes que lavam roupa, cuidam das crianças e cozinham”. Já do repertório de Zeca Baleiro, Roberta comentou que ouviu brotos de plantão chamando ele de gostoso, enquanto outros fizeram piadinhas sobre o nome e as músicas que o Zeca Pagodinho, não o Baleiro, iria tocar. Em resumo, a mafagafa curtiu Zeca Baleiro tocando a música Proibida Pra Mim, mas destaca a canção Lenha.

Partindo da #ViradaCultural de Foz do Iguaçu para Curitiba, a correspondente em questão foi a Mirian Carla Barbosa. Sabe o que ela contou em off pra gente? Que ela está de boca aberta com a banda Trio Quintina, especificamente com a música “Cecília”. O conjunto mistura teatro, música e circo. Mirian também comentou sobre a super organização do evento, sendo que todos os shows começaram no horário exato, enquanto que a organização estava super preocupada com a limpeza. Teve até uma empresa trocando lixo por copos de água limpos. A mafagafa destacou a apresentação de Arnaldo Antunes também, sendo que a sua música predileta foi Socorro.

E vocês, foram na #ViradaCultural? O que acharam? Contem!